Escrevi este artigo para uma revista há muito tempo. Mas é sempre atual, principalmente como na data de hoje (25/1/2012), onde nossa amada metrópole completa 458 anos! Abaixo, as páginas escaneadas da publicação (cujo conteúdo era inteiramente de nossa responsabilidade (e identidade visual de Cláudia Nahuz)):
A História de São Paulo
quarta-feira, 25 janeiro, 12
Artigo 458, aniversário, anos, História, São Paulo 3 Comentários
Mário Fleck é o terceiro entrevistado da série “Danon Entrevista”
sexta-feira, 23 setembro, 11
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Evento realizado pelo Centro Judaico Bait tem como foco o debate de ideias dos mais variados segmentos
- “Danon Entrevista…” Mário Fleck
Com o objetivo de reunir tanto o público que frequenta como aquele que ainda não conhece a entidade, o Centro Judaico Bait, através da iniciativa de seus diretores Marcelo Finguerman e Cláudia Caon, convidou o jornalista Alberto M. Danon para um evento com formato de entrevista denominado “Danon Entrevista”.
A ideia é trazer assuntos de interesse das mais variadas áreas para debates de alto nível na entidade a cada três meses. A primeira entrevista foi com a psicóloga Léa Michaan e o tema foi “Como lidar com pessoas chatas”. Já na segunda edição, o entrevistado foi o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, Dr. Arthur Dzik, que falou sobre reprodução assistida.
A terceiro edição ocorreu na quinta-feira passada, 22 de setembro, sendo o entrevistado Mário Fleck (foto acima). Presidente da Rio Bravo, gestora de recursos independente, especializada no mercado brasileiro, Mário Fleck foi, por quatro anos, diretor de renda variável e ajudou a criar o Rio Bravo Fundamental FIA, fundo de valor e ativismo, do qual continua sendo o gestor. Antes disso, trabalhou 28 anos na Accenture, sendo 14 como o presidente da empresa no Brasil. Formou-se em Engenharia Mecânica e Industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É membro do conselho de administração da Bematech e Eternit, foi conselheiro da Cremer, Nossa Caixa, Unipar, Ferbasa e Direct Talk. É vice-presidente da Federação Israelita de São Paulo e da Câmara de Comércio Brasil-Israel. É membro do International Board do Instituto Chaim Weizmann de Ciências em Israel.
A entrevista, que teve como tema “O mundo está mudando rapidamente. A economia e as finanças, idem. Venha saber TUDO a respeito e como isto afeta TODOS NÓS!”, atraiu um interessado público e abordou desde finanças pessoais, passando por qualificação de empresas, riscos, fundos de investimento até a situação econômica e financeira do mundo como um todo numa linguagem bastante acessível a todos.
Mais uma edição do evento “Danon Entrevista”…
quarta-feira, 20 julho, 11
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Veja como foi na reportagem do programa “Shalom Brasil”. Confira!
Acompanhe também o Blog da ADCom
quarta-feira, 20 julho, 11
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… lá você fica sabendo das tendências mais modernas no que se refere à COMUNICAÇÃO. Não deixe de ver! Ele está no site: www.adcompress.com.br, no menu “Blog”. Ou, se preferir, o link direto: http://www.adcompress.com.br/blog
Na comunicação, a ordem dos fatores pode sim alterar os resultados
quarta-feira, 1 junho, 11
Artigo comunicação, comunicacional, montanha, montanhas, mover, mundo, ordem, palavra, palavras, poder, resultados, texto, vida Deixe um comentário
Palavras podem modificar o mundo. Situações podem ser completamente alteradas através da correta combinação destes poderosos símbolos. Adendo a esta importante questão, atenção à comunicação não-verbal. Em conjunto, estas poderosas ferramentas movem montanhas!!!!!!!!! Como está a sua comunicação? É só analisar seus resultados. Se não estiverem em ordem, é porque deve mudar a estratégia comunicacional! ASSISTA A ESTE TOCANTE vídeo que retrata muito bem esta questão!!!
Devo apagar um comentário para manter o nível do debate?
quarta-feira, 2 março, 11
Artigo, Questionamento censura, civilidade, comunicação, debate, educação, fórns, fórum, pontos de vista, post, posts, sociedade, visão 3 Comentários
Primeiramente, é importantíssimo dizer que nunca mais poderemos nos sujeitar à censura, seja ela de que forma for. A seleção natural do mercado é que determina a qualidade e a possibilidade de, consequentemente, aquela ação, produto, texto, serviço ter continuidade, sucesso ou não.
O que pretendo apresentar aqui é a questão de comentários grosseiros, mal educados, que são postados como respostas em fóruns de discussão.
Tanto no meio virtual como no real, o que rege é a educação. Acima de tudo, a educação. Podemos ser duros, defender uma posição com efusividade, porém a educação deve nortear toda a conversa. Sem este item, não há conversa.
Recentemente, na página do Youtube de um cliente foi postado um comentário que até era pertinente, mas com extrema falta de educação. Como então manter um texto como aquele, abaixando o nível do que poderia ser um debate enriquecedor?
Conversamos muito aqui, internamente, e decidimos pelo seguinte: apagar o post e dizer que fulano havia postado um comentário de forma mal educada, utilizando palavras de baixo calão. Certamente, o próprio autor do comentário, caso deseje realmente manter o nível da conversa e dar sequência ao assunto, poderá voltar a postar, mas sem a utilização de termos inadequados para uma conversa civilizada.
Vejam bem; repito: não se trata de cercear e sim manter o nível de debate saudável e agradável, respeitando os diversos pontos de vista. Aliás, um debate tem este nome pois apresenta várias visões. E é isso que o enriquece.
Por isso, amigos, amigas, vamos sempre expressar nossos pensamentos, mesmo de forma apaixonada, mas com civilidade e educação. Temos direitos mas, também, deveres. E isso é viver em sociedade.
Forte abraço e beijocas estaladas!!!
Sucesso na comunicação literária…
sexta-feira, 3 dezembro, 10
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Em pouco tempo, a escritora Paula Pimenta, autora de “Fazendo Meu Filme” (Editora Gutenberg), conquistou estrondoso sucesso com seus três livros. Um case de comunicação bem sucedida. Ela nos conta um pouco de seu perfil e o que fez para chegar a este ponto, numa entrevista dividida em duas partes. Confira abaixo…
Como gerenciar uma crise de imagem
segunda-feira, 29 novembro, 10
Artigo civil, Clínica Santé, coletiva, comunicação, construção, crise, crise de imagem, imagem, imprensa, saúde, setor Deixe um comentário
O artigo abaixo, da revista “Pequenas Empresas Grandes Negócios”, ilustra muito bem uma situação que vivenciamos há mais de 15 anos, gerenciando crises de imagem para os nossos clientes. Uma de maiores trabalhadas por nós foi o caso da clínica Santé e a modelo Cláudia Liz, em outubro de 1996, onde todos ficaram bem e a imagem, idem.
De lá para cá grande número de crises de imagens foi gerenciada pela ADCom (www.adcompress.com.br) de setores como saúde, construção civil, entre outros…
Atualmente, com a web 2.0, as redes sociais e a voz do internauta de forma ativa, opinativa, imediata, quaisquer ações podem se tornar muito grandes em questão de pouco tempo. E aí os gestores da comunicação e da empresa devem ficar muito mais atentos, rápidos e preparados.
Dois pontos que desejo ressaltar no artigo descrito abaixo:
1) Mensalmente, o porta-voz deve inserir uma lista de perguntas incômodas a serem respondidas e fazer um exercício de como respondê-las e/ou (se for o caso) resolver a questão da forma mais rápida possível para que a vulnerabilidade seja minimizada ao máximo;
2) Assim que o texto-base estiver pronto, antes de reunir a imprensa, deve-se comunicar aos funcionários e, se possível, ao mesmo tempo, a clientes e fornecedores para que sejam os primeiros a saber a real situação e possam, consequentemente, também serem disseminadores da mensagem.
Bem, já falei muito…
)))) rs… o interessante neste post é o artigo em si (logo abaixo).
Forte abraço,
Danon
Ter as atitudes corretas em um momento delicado pode resguardar a credibilidade da empresa e evitar desgastes com clientes, funcionários e público em geral
Nos últimos tempos, principalmente com o desenvolvimento das redes sociais, temos visto o crescimento do número de crises públicas vividas pelas organizações. Essas crises podem variar de recall de produtos, crise financeira, crise societária e fraude de sócios até boatos associados à organização, seus gestores ou sócios.
Esses momentos são extremamente delicados, pois, além de colocarem em risco a operação de um negócio, trazem aspectos emocionais de grande impacto na saúde e no equilíbrio psicológico das pessoas envolvidas, sejam elas empreendedores ou gestores.
Ter uma lista de ações já pré-desenhadas e discutidas entre os principais colaboradores e sócios, da mesma forma que em uma simulação de incêndio, ajudará na obtenção do necessário equilíbrio para sair da zona de risco e evitar saltar pela janela a cinco minutos da chegada do resgate.
Durante minha vida profissional como consultor de empreendedores, e também como empreendedor, assisti a diversas crises e identifiquei atitudes que funcionaram – e outras que conseguiram agravar muito mais o problema.
Partindo do pressuposto de que não se cometeu nenhum ato ilícito, aqui vai a lista de ações que normalmente funcionam em uma crise de imagem.
Pior do que o inferno é esperar por ele
O problema está aí e deve ser resolvido. O primeiro passo é traçar um plano de ação. Esse plano deverá contemplar os piores cenários e os mais prováveis. Simule o pior cenário e prepare-se para ele. Em momentos assim, a falta de planejamento e a adrenalina gerada pelo desconhecido poderão gerar atitudes desastrosas de que, muito provavelmente, você se arrependerá depois.
Mostre a sua cara
Se você não fez nada ilícito, tem as suas responsabilidades identificadas e um plano de ação desenhado, é importante assumir as suas responsabilidades e dar satisfação aos interessados de como pretende gerenciar o problema. Não tenha medo de se expor. Esconder-se fará com que as pessoas façam suposições sobre o que realmente está acontecendo e, pode ter certeza, essas suposições serão piores do que o real.
Troque de lugar com o outro
Um dos melhores exercícios é imaginar-se na posição daquele que está do lado oposto ao seu, ou seja, os eventuais prejudicados ou ameaçados pelos fatos que geraram a crise. Assim, será mais claro saber as suas motivações, necessidades e possíveis reações. Muito provavelmente, se você estivesse do outro lado, teria atitudes muito parecidas.
Seu maior ativo é sua credibilidade
Coloque como prioridade a defesa do seu nome e de sua credibilidade, antes do seu patrimônio pessoal. A ética deve estar antes de tudo. Você pode até garantir algum dinheiro com uma estratégia focada apenas em preservar seus bens materiais, mas lembre-se: muito provavelmente você será penalizado para sempre, principalmente quando tiver outros projetos que dependam de sua credibilidade.
O mundo está cada vez menor
Tudo o que você fizer irá alastrar-se rapidamente. Hoje em dia, não só os jornais mas também as redes sociais conseguem fazer com que um assunto ou uma percepção tome vida própria rapidamente. Se você prejudicar uma pessoa que seja, o efeito multiplicador será mais rápido que a luz.
Esqueça o “nada a declarar”
Todos têm algo a declarar. O posicionamento claro de sua visão do problema ajudará trazer a solidariedade de outras pessoas com você e sua organização. Muitas vezes, isso irá ajudá-lo a resolver o problema. Se a crise envolver jornalistas, lembre-se de que eles estão fazendo o trabalho deles e que são instruídos a sempre checar todas as variáveis de um problema. Não dar satisfação indica falta de respeito com esses profissionais e levanta suspeitas, mesmo que infundadas.
Seus colaboradores merecem respeito
A pior coisa que pode acontecer em uma crise é o colaborador ficar inseguro. Passe a real dimensão dos problemas, assim como os piores cenários e os cenários mais prováveis. Da mesma forma que pior do que o inferno é esperar por ele, o colaborador inseguro poderá imaginar cenários piores que os reais e, no desespero, “abandonar o barco”.
Lembre-se: empreendedores e empresas de bem não estão livres de crises de imagem. Tenha serenidade, mostre a sua cara, comprometa-se com a solução dos problemas e, acima de tudo, respeite as pessoas. Pode ter certeza que, se seguir essa fórmula, você ainda terá muitos anos pela frente como empreendedor.
*Carlos Miranda é presidente e fundador do fundo de Private Equity BR Opportunities, mestre em administração de empresas pelo IBMEC RJ e co-autor do livro “Empresas Familiares Brasilieiras”, organizado pelo Prof. Ives Gandra Martins
“É impossível não regular mídia”, diz FHC
sábado, 27 novembro, 10
Matéria de jornal censura, conteúdo, fernando henrique cardoso, fhc, imprensa, jornalístico, jornalista, liberdade, mídia, regulamentação, regular Deixe um comentário
Gostei muito desta matéria veiculada na edição deste sábado, 27 de novembro de 2010, no jornal Folha de S. Paulo (reproduzida abaixo), com posição equilibrada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. É importante salientar que ter parâmetros é salutar para que haja como se basear em análises e julgamentos, porém é imprescindível que nunca haja controle no conteúdo.
Antes da matéria em si, indico link de um post anterior meu, neste blog, a respeito do assunto “liberdade de expressão”.
http://amdanon.wordpress.com/2010/10/01/liberdade-de-expressao-tentativa-de-calar-a-imprensa/
A matéria:
“É impossível não regular mídia”, diz FHC
Ex-presidente afirma que conteúdo da imprensa deve ser livre e que debate não pode ser imposto “goela abaixo’
Para vice-presidente do STF, Ayres Britto, Poder Judiciário é hoje a maior ameaça à liberdade de imprensa no país
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que é “impossível” não haver regulação da mídia no que diz respeito aos meios de difusão, mas destacou que o controle do conteúdo é contrário ao espírito da democracia.
Para FHC, porém, a discussão sobre o tema é complexa e precisa demorar “muito tempo”. Não deve ser colocada “goela abaixo” do Congresso e do país, diz ele.
“No debate atual, existe uma certa confusão. Estamos misturando a necessidade eventual da organização dos meios de difusão, inclusive por causa das novas tecnologias e da convergência entre plataformas, que requerem alguma regulação, com aquilo que não requer regulação, que é o conteúdo”, afirmou.
“Por outro lado, é impossível não haver regulação no que diz respeito aos meios de difusão”, acrescentou.
FHC participou ontem de manhã do segundo dia do seminário “Cultura de Liberdade de Imprensa”, promovido pela TV Cultura. Em sua palestra, criticou a atual situação das agências reguladoras, introduzidas no Brasil durante o seu governo.
Segundo o ex-presidente, as agências estão sendo “minadas em termos de confiabilidade” por causa da “ingerência política”, com a indicação de “pessoas de partido” para cargos relevantes.
Para FHC, o enfraquecimento das agências é ruim num debate que discute a regulação das concessões.
O ex-presidente também afirmou que a ostensiva propaganda do governo é uma forma de apertar as rédeas sobre a imprensa.
“Acho que o monopólio estatal é tão ruim quanto o privado. O risco maior é o do monopólio estatal, porque o Estado tem mais poder hoje em dia do que qualquer parte da sociedade.”
À tarde, no mesmo seminário, o ministro Carlos Ayres Britto, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, analisou a legislação sobre liberdade de imprensa.
De acordo com o ministro, o país passa por uma fase de transição que deixa a própria imprensa e o Judiciário “aturdidos” com tanta liberdade após recentes decisões do STF, como o “sepultamento” da Lei de Imprensa.
“O Poder Judiciário é hoje a maior ameaça à liberdade de imprensa, nos ensinando, tristemente, que é muito difícil enterrar ideias mortas.”
Segundo ele, “a grande lei sobre liberdade de imprensa no país é uma só: a Constituição”. Como consequência, diz ele, “nenhuma outra lei pode ter a pretensão de conformar o regime jurídico da liberdade de imprensa em nosso país”.
De acordo com o ministro, outras leis podem tratar de assuntos indiretamente relacionados com a liberdade de imprensa, como direito de resposta, indenização e propaganda, entre outros. Mas, em sua opinião, tais leis são desnecessárias.
IRMÃS SIAMESAS
Para ele, como “a imprensa desempenha papel único na sociedade contemporânea” e atua como “causa e efeito do regime democrático”, é plenamente justificável que a Constituição Federal tenha radicalizado” em sua proteção.
O ministro, cuja apresentação foi a mais aplaudida dos dois dias de seminário, afirmou que a imprensa é “irmã siamesa, mais que irmã gêmea, da democracia”.
Em seguida, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), a senadora eleita Ana Amélia Lemos (PP-RS), o juiz Rodrigo Collaço e o advogado Luís Francisco de Carvalho Filho debateram o tema.
Para Carvalho Filho, advogado da Folha, ainda é motivo de preocupação o fato de a posição expressa por Ayres Britto, favorável à ampla liberdade de imprensa, não ser “unanimidade no STF”.









