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Veja, abaixo, matéria sobre esta importante decisão da Comissão do Senado. Fonte: portal da revista Imprensa
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| Comissão do Senado aprova uso da Internet em campanhas fora do período eleitoral
Redação Portal IMPRENSA
Nesta quarta-feira (5), a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou um projeto de lei que permite realização de campanhas políticas pela Internet fora das restrições de tempo impostas pela legislação eleitoral.
A mudança, proposta pelo senador Expedito Júnior (PR-RO), tem como objetivo tornar livre a propaganda eleitoral na web em qualquer momento, impedindo apenas a veiculação de mensagens sob anonimato ou por outros métodos contrários à lei penal, informou a Agência Senado. Atualmente, a Lei Eleitoral permite propaganda apenas após o dia 5 de julho do ano da eleição.
Apesar da legislação não mencionar o uso da Internet pelos candidatos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem incorporando as restrições aplicadas ao rádio e à televisão. A lei atual determina que a propaganda virtual seja feita apenas em página destinada exclusivamente à campanha eleitoral, admitindo que o concorrente mantenha o site até a antevéspera da eleição, cancelando-o em seguida.
Expedito Júnior acredita que a Internet pode servir de “instrumento da democracia” ao aproximar eleitores e candidatos. Para o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), relator da matéria, os temores do TSE – como benefício maior a alguns candidatos – que acabaram restringindo o uso da web nas campanhas não têm fundamento.
“A ampla liberdade de informação e opinião pela rede, para fins eleitorais, inclusive fora dos limites legais do período de campanha, é garantia de equidade maior, não menor, das condições de disputa eleitoral”, declarou. Já o senador Renato Casagrande (PSB-ES) resistiu à aprovação da matéria, alegando que com a Internet, aumentam os recursos utilizados pelos candidatos nas campanhas, já que televisão e rádio estão convergindo para o mundo virtual.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) declarou ser favorável à liberação por duas razões: “uma política, porque a rede é profundamente democrática; a outra, técnica, porque é impossível impedir a propaganda pela Internet. O que se deve inibir são as mensagens falsas, as mentiras, mas o que devemos fazer é acionar a polícia quando isso ocorrer”. O projeto ainda deverá ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). |
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Quarta-feira, 1 Outubro, 08 · 1 Comentário
Olá, pessoal.
Veja como a comunicação, literalmente, move e remove montanhas. Quando falamos em eleições nos EUA, este termo se aplica quase literalmente, pela influência deste país no resto do mundo, como podemos acompanhar, por exemplo, na turbulência financeira que ocorre no momento. Nesta matéria veiculada pelo portal G-1, nota-se, claramente, a diferença de estilos comunicacionais entre os cadidatos à vice-presidência dos Estados Unidos e como esta questão pode ser mais um peso na balança neste pleito eleitoral.
Confira: http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL780122-15525,00-ANALISE+DEBATE+DOS+VICES+NOS+EUA+FOGE+A+REGRA+DA+IRRELEVANCIA.html
30/09/08 – 20h50 – Atualizado em 30/09/08 – 21h07
Análise: Debate dos vices nos EUA foge à regra da irrelevância
Embate entre Palin e Biden deve atrair grande número de telespectadores.
Os holofotes estarão principalmente sobre a republicana.
Da Reuters
Os debates dos candidatos a vice-presidente raramente influem na corrida para a Casa Branca, mas o confronto de quinta-feira (2) entre a republicana Sarah Palin e o democrata Joe Biden pode escapar à habitual irrelevância.
É possível que o duelo entre o verborrágico Biden e a blindada Palin atraia mais telespectadores do que o debate da semana passada entre os cabeças de chapa Barack Obama e John McCain.
Os holofotes estarão principalmente sobre Palin, que até um mês atrás era apenas a praticamente desconhecida governadora do Alasca, mãe de cinco filhos. A indicação a transformou em estrela política, impulsionou momentaneamente a candidatura de McCain, mas já despertou dúvidas sobre a preparação dela para eventualmente assumir a Presidência.
O Partido Republicano então blindou Palin da imprensa, e desde a indicação ela concedeu entrevistas apenas a três canais de TV, e nenhuma coletiva. É uma estratégia que só alimentou a desconfiança, a tornou alvo de piadas nos programas de TV e agora dá mais importância à sua primeira aparição não-coreografada.
“Vice-presidentes normalmente não importam, mas há um limite que eles devem cruzar para provar que podem se apresentar e ser presidentes”, disse o especialista em comunicação Mitchell McKinney, da Universidade de Missouri. “A barra está baixa, mas se ela não cruzar esse limite ela pode prejudicar McCain”, disse ele.
Já Biden é quase a antítese da sua rival. Aos 65 anos, eloquente, mas propenso a gafes, ele preside a Comissão de Relações Exteriores do Senado e é um dos mais respeitados especialistas democratas em assuntos diplomáticos.
Ele tentará tranqüilizar os eleitores que ainda desconfiam da inexperiência de Obama em questões diplomáticas.
Expectativas
Palin, 44 anos, que se descreve como uma “mãe do hóquei” (por levar os filhos para praticar o esporte), pareceu hesitante e muito ensaiada nas suas entrevistas. Para ela, o importante será convencer os eleitores de que estará à altura do desafio caso algo impossibilite McCain, que tem 72 anos.
“Será bastante fácil para ela superar as expectativas – elas não poderiam estar mais baixas”, disse David Steinberg, especialista de debates na Universidade de Miami, Flórida, que recentemente viu gravações de debates dela na disputa para o governo do Alasca em 2006.
“Ela estava muito articulada, certamente competente e assertiva. Estava bastante bem”, disse ele.
A campanha de McCain se apressa em chamar qualquer um que critique Palin de machista e arrogante. Biden terá de ter cuidado para não parecer agressivo demais.
“O medo para os democratas é que Joe Biden escorregue e diga algo que não deva, ou que seja arrogante com ela. É exatamente isso que eles estão trabalhando nos ensaios para evitar”, disse Steinberg.
Debates dos candidatos a vice raramente alteram as campanhas, mas às vezes geram episódios memoráveis. Como em 1988, quando o democrata Lloyd Bentsen soltou sua clássica frase para o republicano Dan Quayle: “Você não é nenhum Jack Kennedy”.
Em 1992, o destaque foi a perplexa participação do almirante James Stockdale, vice do candidato independente Ross Perot. “Quem sou eu? Por que estou aqui?”, divagou ele diante da platéia.
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Olá pessoal,
Primeiramente, quero agradecer ao grande número de manifestações, muitas delas por e-mail, a respeito deste novo projeto. É gratificante sentir este retorno. Nosso muito obrigado!

Ontem, a Revista da Folha trouxe como matéria de capa algo interessante e diferente: curiosidades e depoimentos de colegas da época em que os principais candidatos à prefeitura de São Paulo (por ordem alfabética: Gerlado Alckmin, Gilberto Kassab, Marta Suplicy e Paulo Maluf) estavam na faculdade. O link, para quem é assinante do UOL ou da Folha é: http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf2809200807.htm.

Fotos dos candidatos à época que estavam nas respectivas universidades. Fonte: Folha de S. Paulo
Bem, embora o Kassab seja seis anos mais velho do que eu, cursamos juntos várias matérias na Poli. Pois é, antes de Jornalismo, fui aluno de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP, faculdade que cursei por quatro anos, mas não me formei.
Desde então, sempre nos encontramos em divesas ocasiões, tendo eu, portanto, acompanhado bem sua trajetória. Lembro-me, diferentemente do que está escrito na matéria (o único equívoco, a meu ver), de quando o auxiliei em sua primeira investida política como candidato para dirigir o Grêmio Politécnico. Recordo da frase que ele me disse naquela ocasião: “Preciso do seu apoio pois você é muito bem relacionado aqui na faculdade”. Nascia aí a carreira política de Kassab. Porém, é importante salientar o grande e profícuo trabalho realizado pelo nosso amigo em comum Luís Rogério Telles Scaglione, que, infelizmente, não está mais entre nós, mas foi o porta-voz e incentivador-mor do atual prefeito. Era ele quem “traduzia” a mensagem do Gilberto com uma eloqüência rara de se ver. Mas a carreira de ambos deslanchou quando todos fomos participar do conselho de “Jovens Empresários da Federação do Comércio do Estado de São Paulo”, desde aquela época presidido pelo querido Abram Szajman. Através de interessantes atividades e palestras de formadores de opinião, o networking da direção deste grupo (entre eles, Kassab e Scaglione) foi sendo construído e o Gilberto soube aproveitar bem. Recentemente, Kassab me confidenciou que toda manhã faz uma prece em memória do Scaglione.
A matéria traz curiosidades interessantes e foi levada ao público com uma abordagem diferente, onde, de forma subliminar (mas direta), pode-se ver o perfil de caráter e personalidade dos que pleiteiam um cargo majoritário em nossa cidade de São Paulo. Quem ainda não leu, vale a pena: http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf2809200807.htm.
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