#Educação é trma de #Shavuot na sinagoga Ohel Yaavov

#Educação é tema de #Shavuot na sinagoga Ohel Yaacov com entrevista que realizei com o querido amigo, Prof. Dr. Stavros Xanthopoylos, responsável pelo programa de #Educação do presidente Jair Messias Bolsonaro, ainda não implantado pelo governo federal.

Conteúdo riquíssimo. Brilhante!

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25 anos depois…

Acabei de receber este vídeo com uma de minhas reportagens na TV Gazeta…

Que surpresa bacana.

A apresentação é da querida Addy Seelmann Heilbut.

Matéria com entrevista da então primeira-dama do Estado, Lila Covas, e com Sabina Lowenthal.

Minha presença na posse presidencial

Recente artigo deste missivista sobre a minha ida à posse do presidente Jair Messias Bolsonaro na atual edição da revista Kadimah Shalom, dirigida pelo publisher Nessim Hamaoui.

Reproduzo abaixo o texto (além da imagem escaneada) para facilitar a leitura:

Comunidade judaica marca presença na posse presidencial

Por Alberto Maurício Danon para a revista Kadimah Shalom

Uma manhã chuvosa, bastante nublada, com temperatura amena e atípica para Brasília, principalmente para esta época do ano. E, ainda mais, contrapondo com a atmosfera animada e agitada que pairava pela capital do país. Foi assim que amanheceu o dia 1º de janeiro, o dia da posse do presidente Jair Messias Bolsonaro e de seu vice, Hamilton Mourão.

Um evento extremamente concorrido, segundo me dizia por whatsapp semanas antes a amiga – e agora também deputada federal – Joice Hasselman. Ela tentava convites para várias autoridades, incluindo líderes comunitários, com muita dificuldade e, segundo ela, com poucas chances de êxito.

Mas lá estávamos nós: eu e o rabino Sany Sonnenreich, devidamente alinhados, com nossas credenciais à mão, animados em poder presenciar o momento histórico.

Vocês me perguntam: mas, afinal, com toda esta dificuldade para se conseguir credenciais, como conseguimos? Aí que entra o nosso trabalho de comunicação e lobby. Temos contato com todos os setores governamentais e, por isso, obtivemos com relativa facilidade. E, por conta do conhecimento e admiração que estes meus contatos tinham a respeito do rabino Sany, ele foi convidado também.

Tínhamos dois convites: um para o Palácio do Planalto e outro para o Palácio do Itamaraty, à noite. No Palácio do Planalto, ficamos com outras autoridades, jornalistas e familiares do presidente. No andar superior estavam chefes de estado e ministros.

Brasília estava com um esquema de segurança fortíssimo. Na área da esplanada viam-se tendas e bloqueios de militares em vários acessos. Mesmo assim, uma dúvida pairava: será que Bolsonaro desfilaria em carro aberto? Minha intuição dizia que sim, mesmo sabendo que havia previsão de pancadas de chuva para o horário (que não ocorreu).

Pegamos um táxi do hotel e nos dirigimos até o ponto mais próximo do Palácio do Planalto. Lá, tínhamos de continuar o trajeto a pé. Àquela altura, o céu começava a abrir e, apesar da temperatura ainda amena, estava esquentando. Andar 700m com terno e gravata já dava calor prévio. Mas lá fomos nós. Assim que chegamos, o cerimonial nos recebeu muito bem, nos levou ao local de convidados e nos serviu água, café, além de nos fornecer sinal do wi-fi.

Onde estávamos, televisores e um grande telão garantiam que não iríamos perder nenhum momento. O rabino Sany trazia consigo um presente importante para o presidente: um quadro bordado com fios de ouro e mensagens de paz em hebraico trazido de Israel. Logo foi abordado por diversos veículos de comunicação que o entrevistaram e já começaram a postar em seus sites, mostrando a importância que membros da comunidade judaica, na posse, davam ao novo governo.

De imediato, avistamos a rampa e o parlatório. Do outro lado, a multidão que ia se formando na Praça dos Três Poderes. Aquela vibração era emocionante, o que me motivou a fazer uma Live no Facebook e explicar o que aconteceria no local onde estávamos.

Mais convidados iam chegando. Da comunidade judaica, no Palácio do Planalto, além do rabino Sany Sonnenreich e eu, também estiveram o rabino David Weitman, Victor Metta e Victor Nigri. Já no Itamaraty, juntou-se à força comunitária o rabino do Beit Chabad de Brasília, Lejb Rojtenberg.

Assim que começou a cerimônia, todos fixaram seus olhos no telão e o coração começou a bater mais forte. A população, do outro lado, gritava e cantava. O sol começou a aparecer e a alegria contagiava a todos.

Assim que terminou a cerimônia na Câmara dos Deputados, ouvimos os tiros de canhão num silêncio absoluto. Uma caça barulhento passou e, na sequência, ouvimos o barulho das sirenes. Neste momento, Michel Temer e sua esposa Marcela posicionaram-se na parte final da rampa. Foi aí que nos bateu um constrangimento já que o povo, a plenos pulmões, gritava: “Fora Temer”. Sob meu prisma, não era o momento. Mas foi a vontade do povo. Não obstante, logo depois, como numa compensação, a população presente bradou o nome de Marcela com bastante entusiasmo. Momento de descontração geral.

Enquanto os carros paravam, a banda tocava músicas brasileiras e internacionais, deixando o clima ainda mais animado. Aí, de repente, pararam e começaram a tocar o hino nacional. Uma parte apenas. Ao cessarem, começou a subida pela rampa de Bolsonaro, Mourão e respectivas esposas. Momento de emoção onde o povo cantava “O Capitão chegou” intercalado por “Mito, Mito”. Cumprimentou o antecessor e foram ao parlatório, onde Temer passou a faixa a Bolsonaro que já tinha sido empossado como presidente da República na Câmara. Aí fez seu discurso. Mas, depois, quem roubou a cena e emocionou o país foi a primeira-dama, Michele, com sua fala em libras (sinais para surdos). Ao final, a pedidos, que vinham do grito do povo, beijou seu marido, lembrando uma cerimônia de casamento que, ao final, desejamos que vivam felizes para sempre, a despeito dos problemas do dia a dia.

Que o Brasil consiga trilhar esta nova jornada com união, harmonia e realizações para que possamos, definitivamente, com bênçãos de D´us, transpor os imensos e profundos problemas que ainda temos.

Que venha a bonança, a paz e a felicidade que o nosso país e os brasileiros tanto merecem.

*Alberto Maurício Danon é jornalista e diretor da ADCom Comunicação Empresarial

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