As 10 mídias mais estranhas da história

Fonte: Meio & Mensagem

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/05/03/As-10-midias-mais-estranhas-de-todos-os-tempos.html

Shareen Pathak e Alexandra Bruell, do Advertising Age

Já que em nossos dias os consumidores são inundados por mensagens publicitárias – nos meios de transporte, em seus celulares, nos aviões, no cinema – em outras palavras, a todo e qualquer momento – como os marqueteiros podem ser notados? Uma solução para enfrentar a sobrecarga de mensagens e pôr um anúncio em locais onde os consumidores menos esperam. O uso criativo já levou a propaganda para lugares como mictórios, sapatos e canudos. Conheça  alguns dos 10 usos mais estranhos e inteligentes do uso de mídia dos últimos anos.

Clique no link acima para conhecer os cases. Abaixo, um dos exemplos…

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“É impossível não regular mídia”, diz FHC

Gostei muito desta matéria veiculada na edição deste sábado, 27 de novembro de 2010, no jornal Folha de S. Paulo (reproduzida abaixo), com posição equilibrada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. É importante salientar que ter parâmetros é salutar para que haja como se basear em análises e julgamentos, porém é imprescindível que nunca haja controle no conteúdo.

Antes da matéria em si, indico link de um post anterior meu, neste blog, a respeito do assunto “liberdade de expressão”.

https://amdanon.wordpress.com/2010/10/01/liberdade-de-expressao-tentativa-de-calar-a-imprensa/

A matéria:

“É impossível não regular mídia”, diz FHC

Ex-presidente afirma que conteúdo da imprensa deve ser livre e que debate não pode ser imposto “goela abaixo’

Para vice-presidente do STF, Ayres Britto, Poder Judiciário é hoje a maior ameaça à liberdade de imprensa no país

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que é “impossível” não haver regulação da mídia no que diz respeito aos meios de difusão, mas destacou que o controle do conteúdo é contrário ao espírito da democracia.
Para FHC, porém, a discussão sobre o tema é complexa e precisa demorar “muito tempo”. Não deve ser colocada “goela abaixo” do Congresso e do país, diz ele.
“No debate atual, existe uma certa confusão. Estamos misturando a necessidade eventual da organização dos meios de difusão, inclusive por causa das novas tecnologias e da convergência entre plataformas, que requerem alguma regulação, com aquilo que não requer regulação, que é o conteúdo”, afirmou.
“Por outro lado, é impossível não haver regulação no que diz respeito aos meios de difusão”, acrescentou.
FHC participou ontem de manhã do segundo dia do seminário “Cultura de Liberdade de Imprensa”, promovido pela TV Cultura. Em sua palestra, criticou a atual situação das agências reguladoras, introduzidas no Brasil durante o seu governo.
Segundo o ex-presidente, as agências estão sendo “minadas em termos de confiabilidade” por causa da “ingerência política”, com a indicação de “pessoas de partido” para cargos relevantes.
Para FHC, o enfraquecimento das agências é ruim num debate que discute a regulação das concessões.
O ex-presidente também afirmou que a ostensiva propaganda do governo é uma forma de apertar as rédeas sobre a imprensa.
“Acho que o monopólio estatal é tão ruim quanto o privado. O risco maior é o do monopólio estatal, porque o Estado tem mais poder hoje em dia do que qualquer parte da sociedade.”
À tarde, no mesmo seminário, o ministro Carlos Ayres Britto, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, analisou a legislação sobre liberdade de imprensa.
De acordo com o ministro, o país passa por uma fase de transição que deixa a própria imprensa e o Judiciário “aturdidos” com tanta liberdade após recentes decisões do STF, como o “sepultamento” da Lei de Imprensa.
“O Poder Judiciário é hoje a maior ameaça à liberdade de imprensa, nos ensinando, tristemente, que é muito difícil enterrar ideias mortas.”
Segundo ele, “a grande lei sobre liberdade de imprensa no país é uma só: a Constituição”. Como consequência, diz ele, “nenhuma outra lei pode ter a pretensão de conformar o regime jurídico da liberdade de imprensa em nosso país”.
De acordo com o ministro, outras leis podem tratar de assuntos indiretamente relacionados com a liberdade de imprensa, como direito de resposta, indenização e propaganda, entre outros. Mas, em sua opinião, tais leis são desnecessárias.

IRMÃS SIAMESAS
Para ele, como “a imprensa desempenha papel único na sociedade contemporânea” e atua como “causa e efeito do regime democrático”, é plenamente justificável que a Constituição Federal tenha radicalizado” em sua proteção.
O ministro, cuja apresentação foi a mais aplaudida dos dois dias de seminário, afirmou que a imprensa é “irmã siamesa, mais que irmã gêmea, da democracia”.
Em seguida, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), a senadora eleita Ana Amélia Lemos (PP-RS), o juiz Rodrigo Collaço e o advogado Luís Francisco de Carvalho Filho debateram o tema.
Para Carvalho Filho, advogado da Folha, ainda é motivo de preocupação o fato de a posição expressa por Ayres Britto, favorável à ampla liberdade de imprensa, não ser “unanimidade no STF”.


Marqueteiro de Dilma fala como atuou…

Entrevista publicada na edição de domingo, 7 de novembro de 2010, no jornal Folha de S. Paulo mostra a estratégia utilizada pelo marqueteiro João Santana para ganhar as eleições presidenciais no recente pleito.

Em comunicação, assim como em todas as áreas, precisamos analisar as variadas situações, o contexto e o público com o qual desejamos nos comunicar para que não haja ruído algum no trajeto entre emissor e receptor. Os meios devem ser cada vez mas variados, graças às opções que temos hoje em dia.

Porém, devemos lembrar que não trabalhamos, neste caso, com ciência exata. E, quando lidamos com o fator humano, erros ou resultados inesperados podem aparecer.

É claro que experiência e anos de ação permitem-nos ter uma visão mais apurada, crítica, global e com menos indução ao erro e a problemas de foco. Mas, mesmo assim, eles ocorrem.

Prestigiado e com sucesso ímpar, João Santana já teve também derrotas no passado (citadas na matéria) as quais serviram, certamente, como forte experiência.

Recomendo a leitura (logo abaixo).

Forte abraço,

Danon

Marketing custou R$ 44 mi; até russo tentou vender estratégia 

Santana acha que Lula cometeu erros, mas saldo final foi positivo

DO ENVIADO A SALVADOR

Neste trecho da entrevista, João Santana declara que o custo de marketing da campanha de Dilma Rousseff atingiu R$ 44 milhões. Revela que havia dúvidas entre vários petistas sobre a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma. Em maio passado, alguns pensavam até em pedir ajuda a um especialista russo. Sobre as aparições exaltadas de Lula no final do primeiro turno, Santana cita a “personalidade vulcânica” do assessorado. Às vezes, diz ele, o presidente se esquece de que cenas do palanque serão usadas em telejornais. (FR)

Folha – Lula errou na parte final do 1º turno, falando em extirpar o DEM da política?
João Santana –
O presidente tem uma personalidade vulcânica. Sua intuição emocional faz com que ele acerte bastante, e às vezes cometa erros. O saldo foi positivo.

Mas houve uma certa overdose no 1º turno?
Na propaganda eleitoral, não. Uma das coisas mais difíceis era a modulação da presença de Lula.
Fiz um desenho estático que considero correto. Dividi os 45 dias de TV e rádio em três fases iguais de 15 dias cada uma. A primeira consistiu em colar bastante Lula a Dilma. Depois, seria preciso atenuar um pouco a presença dele no meio da campanha. E, por fim, voltar a colá-los fortemente no final.
Isso só seria possível se as pessoas conseguissem enxergar Dilma sem a sombra luminosa de Lula.

Mas Lula não se excedeu nos comícios?
De certa forma, sim. Mas isso é até explicável. A presença de um político no palanque permite certo tipo de arroubo que a propaganda eleitoral não comporta.
Acontece que alguém, quando está no palanque, esquece que trechos editados de sua fala podem aparecer em telejornais de grande audiência.

Como Dilma reagiu à operação plástica e a mudar o vestuário?
Variou. A decisão de fazer a operação plástica, por exemplo, foi dela. Como toda mulher, quando se trata de estética, ela gosta de ela mesma tomar iniciativa. Ou, pelo menos, de pensar que foi dela a decisão.

Como era sua equipe?
Cerca de 200 pessoas. Alguns já trabalhavam comigo como Eduardo Costa, braço direito e um dos grandes responsáveis pelo sucesso.
Outros se reaproximaram e foram fundamentais, como Marcelo Kértesz, Lo Politi e Giovani Lima. Sem falar da presença essencial de Mônica Moura, minha mulher.

Quanto o sr. cobrou para fazer a campanha?
Propaganda e marketing, incluindo as pesquisas qualitativas e as quantitativas, foi um total de R$ 44 milhões.

Há semelhanças entre a transferência de poder do russo Vladimir Putin para Dmitri Medvedev, em 2008, e agora no caso de Lula e Dilma?
É um equívoco absoluto, uma leitura caricata e ligeira. A democracia no Brasil é mais complexa e sofisticada. Mas isso me faz lembrar uma história curiosa.
No início de maio, um emissário não oficial do governo russo mandou um recado. Queria oferecer o que seria uma técnica que dizia ser infalível de transferência de votos baseada na experiência de Putin para Medvedev. Demos muita risada. Recusamos. Mas um ou outro integrante da campanha chegou a ficar tentado em pelo menos ouvir os russos.
O episódio demonstra como era imprevisível para alguns a capacidade de Lula de transferir votos.

RAIO-X JOÃO SANTANA

ENTREVISTADO
João Cerqueira de Santana Filho, jornalista e publicitário

VITÓRIAS
Lula (presidente, 2006); Maurício Funes (presidente de El Salvador, 2009); Dilma Rousseff (presidente, 2010)

DERROTAS
Antonio Britto (governador do RS, 1998); Eduardo Duhalde (presidente da Argentina, 1999); Marta Suplicy (prefeita de SP, 2008)

PRÊMIO
Esso (1992) pela entrevista com Eriberto França (caso PC)

Brasil: 90% das empresas usam redes sociais para negócios

A comunicação está mais em alta do que nunca. Novas ações, novos comportamentos, novos paradigmas. Temos de estar sempre atentos para usufruirmos das benfeitorias que um diálogo aberto entre todos possa beneficiar também a todos e, consequentemente, às corporações também. Leia esta interessante matéria do portal Terra.

Mais informações: http://www.adcompress.com.br

Brasil está entre os países que mais adotaram aplicativos de rede social da internet – como Facebook e Twitter – como ferramentas de negócios, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira.

De acordo com um estudo feito pela fabricante de softwares McAfee em 17 países, empresas do Brasil, Índia e Espanha estão entre as que mais adotaram as tecnologias conhecidas genericamente como Web 2.0, que incluem redes sociais como Facebook e Twitter.

Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. No Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%.

Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil, nove em cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México.

Segundo o estudo da McAfee, o Brasil e a Índia foram os únicos países do estudo onde as empresas disseram receber pressão do mercado para adotar ferramentas como Facebook e Twitter nos seus negócios. No Brasil, 58% das empresas pesquisadas afirmam que seus consumidores ou clientes exigem aplicativos Web 2.0.

De acordo com a consultora brasileira em informática Vanda Scartezini, citada no relatório da McAfee, o fato de os brasileiros “amarem novidades e se adaptarem rapidamente a novas tecnologias” explica o sucesso da Web 2.0 no país.

A analista de tecnologia Charlene Li, também citada no relatório, destaca que o uso empresarial das ferramentas Web 2.0 reflete a penetração das redes sociais nos países. Uma grande parcela de internautas no Brasil e na Coreia do Sul, por exemplo, participam de redes sociais.

O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.

Liminar proíbe cobrança de ponto extra da TV paga

A programação do ponto principal, inclusive programas pagos individualmente pelo assinante, deve ser disponibilizada sem cobrança adicional para pontos extras, instalados no mesmo endereço residencial

Por Agência Estado

São Paulo – A Justiça Federal concedeu ontem liminar, em Joinville (SC), com efeito para todo o País, determinando que a Net Florianópolis, a SKY Brasil Serviços e a Embratel TVSAT Telecomunicações não cobrem valores relativos a ponto extra e ponto de extensão no serviço de televisão por assinatura ou taxas de aluguel dos aparelhos decodificadores.

Na ação do Ministério Público Federal (MPF), ajuizada pelo procurador da República Mário Sérgio Barbosa, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o regulamento de proteção e defesa dos direitos dos assinantes dos serviços de TV por assinatura, dispondo que a programação do ponto principal, inclusive programas pagos individualmente pelo assinante, deve ser disponibilizada sem cobrança adicional para pontos extras, instalados no mesmo endereço residencial. O regulamento dispõe também que a prestadora pode cobrar apenas a instalação e os reparos da rede interna e dos decodificadores de sinal.

O que é verificado na prática, porém, conforme o procurador, é a cobrança pelo ponto extra de forma disfarçada, sob a nomenclatura de “aluguel de decodificador”. As prestadoras estão exigindo uma nova instalação e cobrando pela manutenção de outro ponto de saída do sinal dentro da mesma dependência. O custo de disponibilização do sinal em ponto extra, porém, não representa uma despesa periódica e permanente a fim de justificar uma mensalidade, o que torna a cobrança do aluguel ilegal.

Na ação, o consumidor, quando adere ao serviço, adquire um pacote contendo vários canais. É, portanto, seu direito usufruir mais de um canal ao mesmo tempo, utilizando, em toda a plenitude, o sinal de telecomunicações que adquiriu. Por serem apenas uma forma de usufruir o serviço de transmissão de áudio e vídeo contratado, os pontos extras não constituem um serviço autônomo em relação ao ponto principal, não havendo razão para qualquer cobrança adicional.

A Justiça determinou também que a Net, a SKY e a Embratel não poderão interromper o fornecimento dos aparelhos decodificadores nem cobrar por sua disponibilização, exceto quando realizarem o serviço de instalação ou de manutenção e reparos. Foi determinado ainda à Anatel que não admita mais a possibilidade de a prestadora e o assinante definirem a forma de contratação do equipamento decodificador, seja por meio de venda, aluguel, comodato ou outra.

A Anatel deverá também implementar todas as medidas necessárias ao cumprimento da decisão judicial, instaurando procedimentos administrativos e aplicando as penalidades previstas em lei para os atos das prestadoras que estiverem em desacordo com os artigos do regulamento de proteção e defesa dos direitos dos assinantes dos serviços de TV por assinatura.

Lula ameaça a democracia tentando cercear liberdade de imprensa!

São Paulo, sábado, 17 de julho de 2010
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Para presidente da SIP, Lula ameaça democraciaAlejandro Aguirre coloca petista no mesmo grupo que Chávez, Evo e Cristina

Planalto não comenta; presidente da SIP diz que líderes são eleitos e utilizam governo para atacar a imprensa

LEANDRA PERES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM WASHINGTON

O presidente da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), Alejandro Aguirre, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não pode ser chamado de democrático”.
Segundo ele, Lula pode ser comparado a Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Cristina Kirchner (Argentina) que, apesar de eleitos democraticamente, usam o governo para reduzir a liberdade de imprensa.
O “apoio moral” que o Brasil dá à ditadura em Cuba, a tentativa de aprovar leis no Congresso que limitam a liberdade de imprensa e o uso da publicidade oficial foram citados por Aguirre como sinais de fraqueza da democracia no Brasil, assim como na Argentina e no Equador.
“Temos governos que se beneficiaram das instituições democráticas, de eleições livres, e estão se beneficiando da fé e do poder que o povo neles depositou para destruir as instituições democráticas. Esses governos não podem continuar a se chamar de democráticos. Não podem seguir falando em nome de líderes democráticos do mundo porque não atuam dessa forma”, disse.
Questionado se Lula faria parte do grupo de governantes, respondeu que “sim”.
Aguirre também criticou Lula por não ter se pronunciado contrário à censura ao jornal “O Estado de S. Paulo”, imposta pela Justiça há um ano e que proíbe a publicação de reportagens sobre a Operação Faktor, da Polícia Federal, que envolve Fernando Sarney, empresário e filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O Palácio do Planalto não comentou as críticas.
A Venezuela, disse o presidente da SIP, é o país onde mais claramente se expressa a tendência de interferência. No Equador, o Congresso discute lei que a entidade considera “bastante restritiva” à liberdade de expressão.
Além da interferência de governos, a SIP aponta a crescente violência contra jornalistas como um risco à liberdade de expressão no continente -17 jornalistas foram assassinados neste ano e 11, sequestrados.
A SIP é uma organização sem fins lucrativos composta por 1.300 jornais que define sua missão como “defender a liberdade de expressão e de imprensa em todas as Américas”. A Folha é integrante da entidade.

Grandes empresas aderem ao Twitter

Ficou definitivamente para trás o tempo em que o Twitter era apenas a mídia social queridinha dos usuários de Internet. Em 2009, a ferramenta do singelo passarinho azul consolidou-se como uma poderosa arma de relacionamento para gigantes multinacionais.

Segundo estudo da Society New Communications Research, uma em cada três empresas presentes na lista das 500 maiores da revista Fortune tinham uma conta ativa no Twitter no ano passado.

Por conta ativa no Twitter entenda-se alimentar o micro-blog com ao menos um post a cada trinta dias.

A parcela de grandes empresas twitando sobe de 35% para 47% entre as cem primeiras do ranking da Fortune. O índice sobre para impressionantes 80% no topo da lista: dentre as Top 5, apenas a ExxonMobil não aderiu ao Twitter, enquanto o Walmart, a Chevron, a ConocoPhillips e a General Electric atualizam suas contas constantemente.

As companhias da área de seguros são as maiores adeptas do microblog, seguidas pelas do ramo de alimentação.

Ainda em respeito às novas mídias, a pesquisa apontou que 20% das empresas presentes na Fortune 500 mantém um blog corporativo de relacionamento, 19%usam podcast e 31% aderiram ao videoblog.

Fontes: M&M e Evento em Foco