Dever cívico cumprido

Na #Paulista. #Manifestação!

Com o senador Major Olimpio e o deputado federal Coronel Tadeu!

Encontrando mais amigos do bem e ativos, além dos dois antigos e especiais acima citados, que desejam um #Brasil melhor e mais justo!

Pela #ReformadaPrevidência, #PacoteAntiCrime e demais reformas #urgentes!

Temos pressa!!!

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Sobre o fogo amigo no governo…

O DILEMA DA #MANIFESTAÇÃO NO PRÓXIMO DOMINGO, 26 de MAIO!

Calma, pessoal! VAMOS EXPLICAR…

Dividir, não!! É o que a oposição quer…

Embora eu defenda a importância das manifestações no próximo domingo, respeito o direito de as pessoas corretas, que também lutam por um Brasil melhor, de pensarem o contrário.

Não é porque Janaína e Joice são contra é que se vai atacá-las.

Temos de parar, pensar e praticarmos a empatia. Ou seja, nos colocarmos no lugar do outro e sabermos o porquê pensam diferentemente JÁ QUE TODOS TEMOS O MESMO OBJETIVO: um Brasil melhor para todos.

Elas acham que ir às ruas, no momento, não seria a melhor alternativa para não colocar mais fogo no relacionamento com os deputados do Centrão. Embora eu não concorde, respeito e vejo que elas defendem esta posição PELA MESMA RAZÃO DOS QUE PENSAM O CONTRÁRIO: aprovação urgente da Reforma da Previdência, Pacote Anti-Crime, entre outros. Ou seja, querem o mesmo porém discordam da forma.

Apenas isso!!!

Não é motivo para todo o feroz ataque que estão sofrendo!!

Eu acredito e defendo que as ruas fiquem abarrotadas no próximo domingo.

Contudo, não se pode, como se está fazendo, denegrir a imagem delas e de outros que também são contra, esquecendo-se tudo que fizeram e fazem pelo nosso país.

Mais calma, menos emoção e mais razão para tirarmos o #Brasil do atoleiro e nos livrarmos dos parasitas sanguessugas e ladrões. Esses é que são os verdadeiros inimigos do Brasil e dos brasileiros!

Basta de “fogo amigo”. A oposição adora e ri, o clima fica tenso, instável e o Brasil fica estagnado!

Mais #amor e menos #intolerância!

#TodosnaRuanoDia26

MANIFESTAÇÃO NO PRÓXIMO DOMINGO!

Desde o ano passado, ainda antes do pleito eleitoral, quando eu era questionado sobre como, numa vitória de #Bolsonaro, ele iria lidar com o Congresso, respondia de forma simples: em algum embate mais forte, ele sempre terá o povo a seu lado. Ou seja, iremos todos à rua novamente!!!

E é isso que ocorrerá neste próximo domingo, 26 de maio.

Simples assim.

Este governo não é só de Bolsonaro. É de todos os brasileiros de bem que desejam um país melhor já e para as futuras gerações.

Ele tem de trabalhar e entregar. Ponto. E nós devemos apoiar e lutar para que isto ocorra.

E chega de picuinhas, de diz que diz… o #Brasil e os #brasileiros têm muita pressa!

Todos somos responsáveis. Os parlamentares devem sentir a pressão e a real vontade do povo!

Como dizia Marin Luther King: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons!”

#Dia26EuVou

Minha presença na posse presidencial

Recente artigo deste missivista sobre a minha ida à posse do presidente Jair Messias Bolsonaro na atual edição da revista Kadimah Shalom, dirigida pelo publisher Nessim Hamaoui.

Reproduzo abaixo o texto (além da imagem escaneada) para facilitar a leitura:

Comunidade judaica marca presença na posse presidencial

Por Alberto Maurício Danon para a revista Kadimah Shalom

Uma manhã chuvosa, bastante nublada, com temperatura amena e atípica para Brasília, principalmente para esta época do ano. E, ainda mais, contrapondo com a atmosfera animada e agitada que pairava pela capital do país. Foi assim que amanheceu o dia 1º de janeiro, o dia da posse do presidente Jair Messias Bolsonaro e de seu vice, Hamilton Mourão.

Um evento extremamente concorrido, segundo me dizia por whatsapp semanas antes a amiga – e agora também deputada federal – Joice Hasselman. Ela tentava convites para várias autoridades, incluindo líderes comunitários, com muita dificuldade e, segundo ela, com poucas chances de êxito.

Mas lá estávamos nós: eu e o rabino Sany Sonnenreich, devidamente alinhados, com nossas credenciais à mão, animados em poder presenciar o momento histórico.

Vocês me perguntam: mas, afinal, com toda esta dificuldade para se conseguir credenciais, como conseguimos? Aí que entra o nosso trabalho de comunicação e lobby. Temos contato com todos os setores governamentais e, por isso, obtivemos com relativa facilidade. E, por conta do conhecimento e admiração que estes meus contatos tinham a respeito do rabino Sany, ele foi convidado também.

Tínhamos dois convites: um para o Palácio do Planalto e outro para o Palácio do Itamaraty, à noite. No Palácio do Planalto, ficamos com outras autoridades, jornalistas e familiares do presidente. No andar superior estavam chefes de estado e ministros.

Brasília estava com um esquema de segurança fortíssimo. Na área da esplanada viam-se tendas e bloqueios de militares em vários acessos. Mesmo assim, uma dúvida pairava: será que Bolsonaro desfilaria em carro aberto? Minha intuição dizia que sim, mesmo sabendo que havia previsão de pancadas de chuva para o horário (que não ocorreu).

Pegamos um táxi do hotel e nos dirigimos até o ponto mais próximo do Palácio do Planalto. Lá, tínhamos de continuar o trajeto a pé. Àquela altura, o céu começava a abrir e, apesar da temperatura ainda amena, estava esquentando. Andar 700m com terno e gravata já dava calor prévio. Mas lá fomos nós. Assim que chegamos, o cerimonial nos recebeu muito bem, nos levou ao local de convidados e nos serviu água, café, além de nos fornecer sinal do wi-fi.

Onde estávamos, televisores e um grande telão garantiam que não iríamos perder nenhum momento. O rabino Sany trazia consigo um presente importante para o presidente: um quadro bordado com fios de ouro e mensagens de paz em hebraico trazido de Israel. Logo foi abordado por diversos veículos de comunicação que o entrevistaram e já começaram a postar em seus sites, mostrando a importância que membros da comunidade judaica, na posse, davam ao novo governo.

De imediato, avistamos a rampa e o parlatório. Do outro lado, a multidão que ia se formando na Praça dos Três Poderes. Aquela vibração era emocionante, o que me motivou a fazer uma Live no Facebook e explicar o que aconteceria no local onde estávamos.

Mais convidados iam chegando. Da comunidade judaica, no Palácio do Planalto, além do rabino Sany Sonnenreich e eu, também estiveram o rabino David Weitman, Victor Metta e Victor Nigri. Já no Itamaraty, juntou-se à força comunitária o rabino do Beit Chabad de Brasília, Lejb Rojtenberg.

Assim que começou a cerimônia, todos fixaram seus olhos no telão e o coração começou a bater mais forte. A população, do outro lado, gritava e cantava. O sol começou a aparecer e a alegria contagiava a todos.

Assim que terminou a cerimônia na Câmara dos Deputados, ouvimos os tiros de canhão num silêncio absoluto. Uma caça barulhento passou e, na sequência, ouvimos o barulho das sirenes. Neste momento, Michel Temer e sua esposa Marcela posicionaram-se na parte final da rampa. Foi aí que nos bateu um constrangimento já que o povo, a plenos pulmões, gritava: “Fora Temer”. Sob meu prisma, não era o momento. Mas foi a vontade do povo. Não obstante, logo depois, como numa compensação, a população presente bradou o nome de Marcela com bastante entusiasmo. Momento de descontração geral.

Enquanto os carros paravam, a banda tocava músicas brasileiras e internacionais, deixando o clima ainda mais animado. Aí, de repente, pararam e começaram a tocar o hino nacional. Uma parte apenas. Ao cessarem, começou a subida pela rampa de Bolsonaro, Mourão e respectivas esposas. Momento de emoção onde o povo cantava “O Capitão chegou” intercalado por “Mito, Mito”. Cumprimentou o antecessor e foram ao parlatório, onde Temer passou a faixa a Bolsonaro que já tinha sido empossado como presidente da República na Câmara. Aí fez seu discurso. Mas, depois, quem roubou a cena e emocionou o país foi a primeira-dama, Michele, com sua fala em libras (sinais para surdos). Ao final, a pedidos, que vinham do grito do povo, beijou seu marido, lembrando uma cerimônia de casamento que, ao final, desejamos que vivam felizes para sempre, a despeito dos problemas do dia a dia.

Que o Brasil consiga trilhar esta nova jornada com união, harmonia e realizações para que possamos, definitivamente, com bênçãos de D´us, transpor os imensos e profundos problemas que ainda temos.

Que venha a bonança, a paz e a felicidade que o nosso país e os brasileiros tanto merecem.

*Alberto Maurício Danon é jornalista e diretor da ADCom Comunicação Empresarial

#ADCom

Comunicação de Bolsonaro usa tática militar de ponta, diz especialista

Para antropólogo, não se trata de uma propaganda, mas sim um conjunto de informações dissonantes

Fonte: Folha de S. Paulo:

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Guilherme Seto
SÃO PAULO

Os recursos escassos, a estética do material de divulgação e as constantes contradições de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados podem levar à impressão de que a estratégia de comunicação do candidato é amadora.

Contudo, segundo o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos que estuda instituições militares há quase 30 anos, a comunicação de Bolsonaro tem se valido de métodos e procedimentos bastante avançados de estratégias militares, manejados de maneira “muito inteligente, precisa, pensada”.

“Não se trata exatamente de uma campanha de propaganda; é muito mais uma estratégia de criptografia e controle de categorias, através de um conjunto de informações dissonantes”, explica Leirner.

“É parte do que tem sido chamado de ‘guerra híbrida’: um conjunto de ataques informacionais que usa instrumentos não convencionais, como as redes sociais, para fabricar operações psicológicas com grande poder ofensivo, capazes de ‘dobrar a partir de baixo’ a assimetria existente em relação ao poder constituído”.

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro em entrevista após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) em entrevista após gravação de programa eleitoral, no Rio de Janeiro. – Erick Dau /Farpa /Folhapress

Nesse novo paradigma político descrito por Leirner, gestado em guerras “assimétricas” como a do Vietnã —nas quais os poderes e táticas militares são muito discrepantes entre os adversários— e colocado em prática nas “primaveras” do Oriente Médio, as redes sociais têm papel central, pois “descentralizam e multiplicam as bombas semióticas”.

A cúpula bolsonarista conta com a participação de diversos membros das Forças Armadas, que tiveram contato com essas doutrinas. Reportagem da Folha mostrou que Bolsonaro é o candidato preferido da maioria dos 17 generais de quatro estrelas da corporação –o topo da hierarquia. Uma dos protagonistas do grupo de Bolsonaro é o general quatro estrelas da reserva Augusto Heleno, que chegou a ser cotado como seu vice.

Há diversos recursos de “guerra híbrida” identificáveis na campanha bolsonarista com a participação de seus eleitores: a disseminação de “fake news” e as contradições (chamadas por Bolsonaro de “caneladas”) entre as figuras de proa da campanha são alguns deles.

As divergências entre o presidenciável e o vice, general Hamilton Mourão (PRTB), sobre o 13º salário, e também entre ele e o economista Paulo Guedes sobre a criação de imposto aos moldes da CPMF, são ilustrativas desse vaivém que, ao fim, gera dividendos políticos para Bolsonaro.

“Esses movimentos criam um ambiente de dissonância cognitiva: as pessoas, as instituições e a imprensa ficam completamente desnorteados. Mas, no fim das contas, Bolsonaro reaparece como elemento de restauração da ordem, com discurso que apela a valores universais e etéreos: força, religião, família, hierarquia”, analisa Leirner.

Nesse ambiente de dissonância, a troca de informações passa a ser filtrada pelo critério da confiança. As pessoas confiam naqueles que elas conhecem. Nesse universo, então, as pessoas funcionam como “estações de repetição”: fazem circular as informações em diversas redes de pessoas conhecidas, liberando, assim, o próprio Bolsonaro de produzir conteúdo.

“Ele aparece só no momento seguinte, transportando seu carisma diretamente para as pessoas que realizaram o trabalho de repetição. As pessoas ficam com uma sensação de empoderamento, quebra-se a hierarquia. O resultado é a construção da ideia de um candidato humilde, que enfrenta os poderosos, que é ‘antissistema’”, diz o antropólogo.

Esses poderosos contra os quais se voltam Bolsonaro e seus seguidores são justamente os agentes que tradicionalmente transmitem as informações de maneira vertical, como políticos, imprensa, instituições, que são lançados ao descrédito.

Concorrentes como o tucano Geraldo Alckmin e o petista Fernando Haddad, então, sofrem para atingir o eleitorado com ferramentas clássicas de propaganda. Torna-se difícil estabelecer um laço com os eleitores, especialmente com aqueles que já participam da rede bolsonarista.

“O trabalho dos marqueteiros dos outros partidos ficou a anos luz de distância. A tática de Alckmin foi um incrível laboratório: quanto mais atacou, mas aumentou a resistência de Bolsonaro. E isso com ele lá no hospital.  Os ataques ao Bolsonaro foram então encarados como ataques a essas ‘estações de repetição’, e sua mobilidade tornou eles inócuos”, afirma Leirner.

Se está claro que essas “fake news” geram desinformação e desorientação, o antropólogo acredita que ainda não se sabe exatamente o que se pode fazer para combatê-las. Nestas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral tem sido pressionado para tomar alguma providência em relação a elas, mas tem tido dificuldades em fornecer respostas.

“Se uma fake news é punida, outras são geradas e estações novas entram na artilharia. No fim o que vai se fazer? Punir todas as redes? Prender milhões de pessoas? O que a gente vai ver é se as instituições vão continuar assistindo sua própria implosão.”

Para Leirner, por fim, a proliferação de notícias falsas colabora para o deslocamento de poder dentro de instituições centrais à democracia, como a Justiça e as Forças Armadas.

“Hoje vemos  setores do Estado, especialmente do judiciário, entrando em modo invasivo, cada um se autorizando a tentar estabelecer uma espécie de hegemonia própria”, diz.

Para ele, a especificidade da instituição militar, aquela que tem um poder que no limite só ela mesmo controla, deveria motivar reflexões sobre o perigo de misturá-la à política.

“O que me pergunto é se o pessoal da ativa está preparado para perceber que um pedaço desse ‘caos’ está saindo de uma força política que se juntou com alguns dos seus ex-quadros (…) A instituição militar diz: ‘obedecemos a Constituição e nos autocontemos’. Invadir esse poder com a ‘política’ não é boa ideia”, diz Leirner, concluindo com reflexão sobre a conjuntura.

“Parece-me que estamos vivendo um Estado bipolar: resta saber como, depois da fase eufórica, vamos encarar a fase maníaco-depressiva”.