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Conversa é chave em redes sociais

Atitude colaborativa substitui propaganda tradicional na web

Fonte: jornal Folha de S. Paulo

Entre na conversa antes que falem de você. Diga coisas interessantes, traga informações novas, dê dicas e, assim, melhore as chances de vender seus produtos e serviços.

Essas são as recomendações de especialistas ouvidos pela Folha sobre como micro e pequenas empresas podem usar redes sociais -como Twitter, Orkut, Facebook e blogs- para melhorar a exposição de seus produtos e se relacionar com o cliente, tirando dúvidas e ouvindo ideias e reclamações.

As ferramentas beneficiam as pequenas e as médias empresas por democratizarem o acesso ao público, opina Roberta Raduan, sócia-diretora da Digital Stand Up, de estratégias de marcas no mundo digital.

Ela afirma que os empresários também devem usar esses espaços para consultar o público sobre possíveis inovações, como uma receita diferente.

O comportamento nas redes sociais é próximo ao de uma conversa normal. “É igual a namoro: você não vai fazer alguém gostar de você só contando suas qualidades. O primeiro ímpeto é falar, mas a grande sacada é ouvir”, diz Raduan.

Assim, diferentemente do anúncio tradicional, é preciso, como em um bate-papo, manter as pessoas interessadas em você, mostrando mais do que apenas o seu produto, expondo sentimentos, imagens e histórias nas quais ele se insira.

Propagandas diretas não são malvistas, desde que sejam usadas como uma forma de diferenciar o relacionamento com o cliente. Os restaurantes PobreJuan avisam pelo Twitter: “Clientes que visitarem os restaurantes poderão brindar com uma taça de prosecco cortesia”. As mensagens são enviadas por Alice Amaral, do marketing.

Para Fábia Juliasz, diretora-executiva do Ibope Nielsen Online (pesquisa de mercado), antes de se aventurar em novas mídias, deve-se ter primeiro uma estrutura mínima na empresa, para atender aos chamados, e uma página na web.
“É preciso ter uma página para o usuário “pousar'”, diz, referindo-se à navegação que, por exemplo, começa no Facebook, mas deve ser direcionada a uma página mais completa, com as informações da empresa.

Principal
Entretanto, há quem siga esse conselho no sentido inverso. Carla Schultz, sócia da Caminhos de Pano, que vende artigos para bebês, vai diminuir o conteúdo do site principal. Depoimentos e histórias de clientes serão distribuídos por Orkut, Twitter e blog.”Quero apenas o comércio eletrônico na página principal.”