Educação no Brasil

Ouça no #Spotify este #podcast:

A #EDUCAÇÃO atual no #Brasil

Entrevista concedida por um dos mais respeitados educadores do Brasil, Prof. Stavros Xanthopoylos, ao jornalista Alberto M. Danon. Confira!

#DicasdePortuguês. Palavras com sonoridade parecida que causam uma baita confusão!

– Traz e Trás

– Comprimento e Cumprimento

– Ratificar e Retificar

Assista ao vídeo e saiba mais…

#ADCom

#Educação é tema de #Shavuot na sinagoga Ohel Yaavov

#Educação é tema de #Shavuot na sinagoga Ohel Yaacov com entrevista que realizei com o querido amigo, Prof. Dr. Stavros Xanthopoylos, responsável pelo programa de #Educação do presidente Jair Messias Bolsonaro, ainda não implantado pelo governo federal.

Conteúdo riquíssimo. Brilhante!

Devo apagar um comentário para manter o nível do debate?

Primeiramente, é importantíssimo dizer que nunca mais poderemos nos sujeitar à censura, seja ela de que forma for. A seleção natural do mercado é que determina a qualidade e a possibilidade de, consequentemente,  aquela ação, produto, texto, serviço ter continuidade, sucesso ou não.

O que pretendo apresentar aqui é a questão de comentários grosseiros, mal educados, que são postados como respostas em fóruns de discussão.

Tanto no meio virtual como no real, o que rege é a educação. Acima de tudo, a educação. Podemos ser duros, defender uma posição com efusividade, porém a educação deve nortear toda a conversa. Sem este item, não há conversa.

Recentemente, na página do Youtube de um cliente foi postado um comentário que até era pertinente, mas com extrema falta de educação. Como então manter um texto como aquele, abaixando o nível do que poderia ser um debate enriquecedor?

Conversamos muito aqui, internamente, e decidimos pelo seguinte: apagar o post e dizer que fulano havia postado um comentário de forma mal educada, utilizando palavras de baixo calão. Certamente, o próprio autor do comentário, caso deseje realmente manter o nível da conversa e dar sequência ao assunto, poderá voltar a postar, mas sem a utilização de termos inadequados para uma conversa civilizada.

Vejam bem; repito: não se trata de cercear e sim manter o nível de debate saudável e agradável, respeitando os diversos pontos de vista. Aliás, um debate tem este nome pois apresenta várias visões. E é isso que o enriquece.

Por isso, amigos, amigas, vamos sempre expressar nossos pensamentos, mesmo de forma apaixonada, mas com civilidade e educação.  Temos direitos mas, também, deveres. E isso é viver em sociedade.

Forte abraço e beijocas estaladas!!!

Segunda edição do “Prêmio ABED / SENAI de Jornalismo”

Idealizado por nós, a Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED, em conjunto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, realizou a segunda edição do “Prêmio ABED / SENAI de Jornalismo”, cujo foco central é incentivar jornalistas a conhecerem mais a fundo esta importante modalidade educacional e elaborar matérias mais profundas e abrangentes a respeito da EaD.

Abaixo, uma entrevista que realizamos com um dos jurados, o jornalista Hermano Henning.

Link direto da revista Caras: http://www.caras.com.br/imagens/183529/

Mas antes, a nota que saiu na revista Caras na edição de 1º de dezembro de 2010… (pode ser vista também por este link: http://twitpic.com/3bwovr )

O USO DAS TECNOLOGIAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PODE AUXILIAR AS ESCOLAS NO COMBATE À GRIPE A (H1N1)

Inserimos neste espaço um importante ponto na COMUNICAÇÃO entre escolas, professores e alunos, principalmente neste momento de temor em relação à “gripe suína”. Vale a pena a leitura do artigo da professora e conselheira da Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED, Profa. Dra. Rita Maria Lino Tarcia.

criancascomputador

Profª. Dra. Rita Maria Lino Tarcia*

Com o objetivo de conter a gripe A (H1N1), minimizar as condições de contágio e garantir a saúde dos alunos, a Secretaria Estadual de Educação, a partir de orientações da Secretaria Estadual de Saúde, decidiu adiar a início do semestre letivo em duas semanas nas escolas públicas e recomendou que o mesmo acontecesse nas escolas particulares.

Como tudo na vida tem dois lados, se por um lado a decisão contribui com as ações de controle em relação à doença, por outro, traz um problema para as escolas, este relacionado ao cumprimento do calendário letivo e das atividades pedagógicas planejadas.

Uma forma de equacionar esse problema pedagógico encontra-se no uso de tecnologias de educação a distância. As escolas podem, por meio de seus portais na Internet ou por meio de ambientes virtuais, além de intensificar as orientações sobre os cuidados necessários para evitar o contágio da gripe, propor a realização de atividades.

Apesar de a proposta parecer simples, cabe ressaltar alguns aspectos que devem ser observados pela equipe pedagógica e pelos professores com relação ao uso das tecnologias de educação a distância para auxiliar a enfrentar uma situação que pode ser considerada emergencial.

Os professores devem propor atividades que de fato os alunos tenham condições de realizar de forma autônoma, além de apresentarem a proposta da atividade de forma didática e com detalhamento dos objetivos e dos procedimentos.

Caso os docentes não considerem adequado dar continuidade ao programa iniciado no primeiro semestre ou iniciar conteúdos novos utilizando recursos igualmente novos, é possível orientar o estudo dos alunos com o objetivo de retomar ou revisar o que já foi discutido e trabalhado durante as aulas.

Outra opção interessante é a de os alunos assistirem a vídeos de curta duração referente aos conteúdos já trabalhados, de forma a aprofundá-los ou revisá-los. Imaginem como os alunos reagiriam se pudessem assistir a um filme de curta duração no qual o professor apresentasse orientações sobre o trabalho a ser realizado e entregue no início das aulas. O professor pode utilizar até um podcast: ele pode fazer um breve roteiro e gravar explicações sobre um tema ou atividade.

Ainda como uma forma de enfrentar a gripe A (H1N1), coordenadores, diretores e médicos podem gravar vídeos com as observações e cuidados que devem ser tomados em casa e no retorno às aulas, já no ambiente escolar. Essas são algumas das possibilidades que as tecnologias voltadas para o ensino a distância oferecem, sem falar nos e-mails que professores podem enviar diretamente para os alunos fazendo comentários e proposições acerca de trabalhos escolares. Também podem ser enviadas mensagens pelo celular. Imaginem a surpresa se os alunos recebessem, em seus celulares, mensagens da equipe pedagógica com explicações sobre as medidas necessárias para controlar a gripe A (H1N1)! Eles sentiriam que a equipe está preocupada com eles e sentir-se-iam mais próximos dela.

Todas essas sugestões se configuram como uma nova forma de trabalhar com o conhecimento, de aproximação dos alunos e de aproveitar uma situação emergencial para disseminar conhecimentos e fazer educação. A decisão de prorrogação de período de férias foi importante, sem dúvida.

 Entretanto, não podemos desconsiderar que muitos alunos já estavam com a mala e o “espírito” preparados para o retorno às aulas; então, por que perder essa preparação por parte dos alunos? Por que não fazer uma educação diferenciada que contribua com a formação dos nossos alunos e que esteja alinhada com perfil deles: nativos digitais!! Antes de negar, talvez seja interessante experimentar.

* Profª. Dra. Rita Maria Lino Tarcia é Conselheira Fiscal da Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED