Segurança Pública em debate

Segurança Pública em debate

Programa Shalom Brasil veiculou, há pouco, matéria da recente edição de #danonentrevista que teve como convidado de honra o ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto. Evento ocorreu na sinagoga Ohel Yaacov com exemplar organização da querida Thais Druker e participação de um interessado público.

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Mude de tom, procure o Danon

Série de vídeos onde apresentamos um pouco sobre os problemas (e as soluções) para a cidade de São Paulo. Como jornalista, resolvi mostrar um pouco do que vem ocorrendo, através de alguns exemplos, e como podemos tornar a nossa cidade melhor. Veja alguns…

Marqueteiro de Dilma fala como atuou…

Entrevista publicada na edição de domingo, 7 de novembro de 2010, no jornal Folha de S. Paulo mostra a estratégia utilizada pelo marqueteiro João Santana para ganhar as eleições presidenciais no recente pleito.

Em comunicação, assim como em todas as áreas, precisamos analisar as variadas situações, o contexto e o público com o qual desejamos nos comunicar para que não haja ruído algum no trajeto entre emissor e receptor. Os meios devem ser cada vez mas variados, graças às opções que temos hoje em dia.

Porém, devemos lembrar que não trabalhamos, neste caso, com ciência exata. E, quando lidamos com o fator humano, erros ou resultados inesperados podem aparecer.

É claro que experiência e anos de ação permitem-nos ter uma visão mais apurada, crítica, global e com menos indução ao erro e a problemas de foco. Mas, mesmo assim, eles ocorrem.

Prestigiado e com sucesso ímpar, João Santana já teve também derrotas no passado (citadas na matéria) as quais serviram, certamente, como forte experiência.

Recomendo a leitura (logo abaixo).

Forte abraço,

Danon

Marketing custou R$ 44 mi; até russo tentou vender estratégia 

Santana acha que Lula cometeu erros, mas saldo final foi positivo

DO ENVIADO A SALVADOR

Neste trecho da entrevista, João Santana declara que o custo de marketing da campanha de Dilma Rousseff atingiu R$ 44 milhões. Revela que havia dúvidas entre vários petistas sobre a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma. Em maio passado, alguns pensavam até em pedir ajuda a um especialista russo. Sobre as aparições exaltadas de Lula no final do primeiro turno, Santana cita a “personalidade vulcânica” do assessorado. Às vezes, diz ele, o presidente se esquece de que cenas do palanque serão usadas em telejornais. (FR)

Folha – Lula errou na parte final do 1º turno, falando em extirpar o DEM da política?
João Santana –
O presidente tem uma personalidade vulcânica. Sua intuição emocional faz com que ele acerte bastante, e às vezes cometa erros. O saldo foi positivo.

Mas houve uma certa overdose no 1º turno?
Na propaganda eleitoral, não. Uma das coisas mais difíceis era a modulação da presença de Lula.
Fiz um desenho estático que considero correto. Dividi os 45 dias de TV e rádio em três fases iguais de 15 dias cada uma. A primeira consistiu em colar bastante Lula a Dilma. Depois, seria preciso atenuar um pouco a presença dele no meio da campanha. E, por fim, voltar a colá-los fortemente no final.
Isso só seria possível se as pessoas conseguissem enxergar Dilma sem a sombra luminosa de Lula.

Mas Lula não se excedeu nos comícios?
De certa forma, sim. Mas isso é até explicável. A presença de um político no palanque permite certo tipo de arroubo que a propaganda eleitoral não comporta.
Acontece que alguém, quando está no palanque, esquece que trechos editados de sua fala podem aparecer em telejornais de grande audiência.

Como Dilma reagiu à operação plástica e a mudar o vestuário?
Variou. A decisão de fazer a operação plástica, por exemplo, foi dela. Como toda mulher, quando se trata de estética, ela gosta de ela mesma tomar iniciativa. Ou, pelo menos, de pensar que foi dela a decisão.

Como era sua equipe?
Cerca de 200 pessoas. Alguns já trabalhavam comigo como Eduardo Costa, braço direito e um dos grandes responsáveis pelo sucesso.
Outros se reaproximaram e foram fundamentais, como Marcelo Kértesz, Lo Politi e Giovani Lima. Sem falar da presença essencial de Mônica Moura, minha mulher.

Quanto o sr. cobrou para fazer a campanha?
Propaganda e marketing, incluindo as pesquisas qualitativas e as quantitativas, foi um total de R$ 44 milhões.

Há semelhanças entre a transferência de poder do russo Vladimir Putin para Dmitri Medvedev, em 2008, e agora no caso de Lula e Dilma?
É um equívoco absoluto, uma leitura caricata e ligeira. A democracia no Brasil é mais complexa e sofisticada. Mas isso me faz lembrar uma história curiosa.
No início de maio, um emissário não oficial do governo russo mandou um recado. Queria oferecer o que seria uma técnica que dizia ser infalível de transferência de votos baseada na experiência de Putin para Medvedev. Demos muita risada. Recusamos. Mas um ou outro integrante da campanha chegou a ficar tentado em pelo menos ouvir os russos.
O episódio demonstra como era imprevisível para alguns a capacidade de Lula de transferir votos.

RAIO-X JOÃO SANTANA

ENTREVISTADO
João Cerqueira de Santana Filho, jornalista e publicitário

VITÓRIAS
Lula (presidente, 2006); Maurício Funes (presidente de El Salvador, 2009); Dilma Rousseff (presidente, 2010)

DERROTAS
Antonio Britto (governador do RS, 1998); Eduardo Duhalde (presidente da Argentina, 1999); Marta Suplicy (prefeita de SP, 2008)

PRÊMIO
Esso (1992) pela entrevista com Eriberto França (caso PC)

Liberdade de expressão: tentativa de calar a imprensa e povo!

Nunca, mas nunca poderemos permitir que a censura volte a dominar o nosso país. Ainda mais por aqueles que se julgam acima do bem e do mal, que violam documentos, que inventam dossiês, que escondem informações, que tratam o povo verdadeiramente como massa de manobra!!! Desde o início do atual governo, inúmeras tentativas de calar a imprensa e, consequentemente, esconder os verdadeiros fatos da opinião pública, foram feitas. E, infelizmente, tenho certeza de que continuarão a tentar. Mas nós todos temos a obrigação e o poder de não permitir.

Se algum jornalista ou missivista errar ou escrever algo que venha a denegrir alguma imagem, que responda na Justiça e que a “seleção natural” se estabeleça, ou seja, seus leitores, ouvintes, telespectadores o julgarão, colocando a sua credibilidade em jogo. Mas que seja pelo povo e não por uma imposição do poder. E, ainda mais, um poder que deseja esconder suas sujeiras mais abomináveis.

A política brasileira está na tênue fronteira do risco da volta a uma ditadura. O governo, cego pelo poder, acha que pode tudo – seja a que preço for – para ganhar.  Já não bastassem as inúmeras tentativas de cercear a imprensa (com a vontade de se instalar o Conselho Federal de Jornalismo, por exemplo), agora o atual governo deseja passar, como um trator violento, por cima de tudo e de todos, fragilizando instituições . Isto não pode ser ignorado e deve ter reação forte de todos nós. Não podemos permitir que um período negro da história de nosso país volte a acontecer como os tristes e revoltantes fatos vêm demonstrando!

Governo envia mensagens para a Assembléia Legislativa solicitando aumento de salário para a Polícia

Depois de tantas pressões, o governo do Estado de São Paulo envia comunicação à Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo para aprovar reajuste salarial para policiais.

Fonte: portal do Governo do Estado de S. Paulo http://www.saopaulo.sp.gov.br/bancoimagens/mostraalbum.php?aid=6801&cid=34

O governador José Serra encaminhou à Assembléia Legislativa, na quarta-feira, 5 de novembro, três mensagens propondo alterações nos projetos de lei complementar 59, 60 e 61, com o objetivo de antecipar a entrada em vigor dos aumentos para os policiais. Os projetos haviam sido enviados à Assembléia na semana anterior e estão em tramitação.

Qual é a SUA opinião a respeito?