Vou montar um site. OK. Mas como escolher o nome?

Assim como em tudo, seja uma empresa, um evento, um projeto, entre outros, temos de dar nome a ele. OK. Mas, e agora? Que nome vamos dar? Qual é aquele que chama mais atenção? Em relação a este ponto, são inúmeros os fatores que influenciam e existe todo um estudo a respeito. Porém,  de forma específica, quando desejamos montar um site, como fazemos para escolher o nome do domínio? É importante frisar que hoje em dia é primordial ter-se um site dinâmico, moderno, ativo, para apresentar a empresa e trazer novidades contínuas, dialogando constantemente com o público de interesse.

O site “e-commerce.org.br” traz um artigo bastante interessante a respeito. Veja:

Cinco Dicas para a Escolha de um Bom Domínio

Dailton Felipini

Como consultor, uma dos desafios que encaro regularmente é a busca de uma boa marca para um novo produto ou empreendimento na Internet.  Embora pareça simples, escolher um bom nome não é fácil e tem implicações muito mais sérias para o sucesso da empresa do que comumente se pensa. Muitas vezes, os empreendedores são tentados a utilizar nomes simpáticos mas que não agregam nenhum valor ao empreendimento além de exigir um grande investimento em divulgação até gerar uma memorização efetiva. Outro aspecto que torna a escolha do domínio ainda mais importante do que uma marca tradicional é o fato de que o usuário deverá digitar corretamente o domínio pois se errar uma simples letra não conseguirá chegar até o site. Há algum tempo, o Registro.br, órgão responsável pelo registro de domínios no Brasil

liberou o registro de domínios comerciais para física, assim, qualquer pessoa pode registrar um domínio “.com” em qualquer setor, mesmo que nunca venha a utilizá-lo. Isso aumentou a quantidade de domínios registrados com o propósito de eventual venda futura e tornou ainda mais difícil encontrar palavras interessantes não registradas. Veja a seguir algumas regras simples que devem ser consideradas no momento da escolha de um domínio.

1. O domínio deve ser original e não uma cópia.

Você batizaria seu filho com o nome de “Luiz Inácio Lula da Silva” só porque este é o nome de uma pessoa bem conhecida e bem sucedida? Com certeza não, mas muita gente procura plagiar domínios ou palavras já associados a outras empresas que tenham feito sucesso. Isso é um erro grosseiro porque a empresa que chegou primeiro provavelmente já é conhecida e qualquer divulgação de marca terá como principal conseqüência levar visitantes para a pioneira. Toda empresa precisa de uma identidade própria, com uma marca só dela e que seja segura para receber investimentos de divulgação. Investir para divulgar uma marca compartilhada é um enorme desperdício, portanto, escolha algo original que seja exclusivamente de sua empresa.

2. O domínio deve ser curto e simples

Um domínio na Internet que tenha poucas letras facilita a memorização e diminui a possibilidade de erros de digitação. É o caso de: cade.com.br. Por outro lado, nem sempre uma palavra curta é simples. O domínio na Internet: schwart.com.br é curto mas não é nada simples.

3. O domínio deve ser de fácil compreensão

Grande parte da propaganda entra em nossa mente através dos ouvidos. Ouvimos o nome de um site no rádio, ao telefone, em uma conversa com amigos. Se o domínio for de difícil pronúncia, como vamos entendê-lo e gravá-lo em nossa memória? Não é o caso, por exemplo, do domínio danone.com.br que é fácil de pronunciar e entender. Para ser de fácil compreensão, um domínio na Internet não deve possuir excesso de consoantes e, se possível, possuir letras repetidas.

4. O domínio deve ser fácil de visualizar e digitar

Nem sempre o que se ouve é o que se escreve. É o caso de “english4all.com.br”  que tem três problemas: palavras em língua estrangeira, uso de número misturado com letras e pronúncia diferente da escrita.  Alguém que ouça esse domínio e tente digitá-lo no computador vai encontrar enormes dificuldades. Fuja desse tipo de domínio.

5. O domínio deve estar relacionado ao produto

Isso é uma regra fundamental principalmente para pequenas e médias empresas que não terão recursos para investimentos agressivos em divulgação de marcas. Se o domínio tiver algum tipo de associação com o produto ou serviço que a sua empresa oferece, será muito mais fácil para o seu cliente se lembrar dele. Exemplo: você sabe o que é comercializado pelo site ingressofácil.com.br? Outra ótima razão para escolher domínios que contenham palavras associadas aos produtos é o fato de ajudarem o site a aparecer bem no rankeamento dos sites de busca. O que por si só, já é um altíssimo benefício.

Anúncios

Redes Sociais ajudam no dia-a-dia de doentes

O concorrido consultório do doutor internet

(fonte:  Zero Hora )

13/02/2010 – De repente, os pacientes deixaram de ser simples pacientes. Tornaram-se ativos nos consultórios, com opinião própria. Uma revolução. Debatem com os médicos o diagnóstico e as melhores formas de tratamento e até sugerem a troca de medicamentos. A mudança radical no comportamento foi resultado da adesão ao Google, a principal ferramenta de busca da internet. Graças ao “doutor Google”, informações antes restritas a profissionais da saúde podem ser acessadas rapidamente. Hoje uma segunda revolução na rede chega com força: as comunidades virtuais em sites de relacionamento como Orkut e Facebook.

As comunidades servem como um ponto de encontro entre pacientes, familiares e profissionais da saúde. Eles discutem, trocam informações, experiências e conhecem mais sobre como enfrentar alguma doença.

– No primeiro momento, o Google ajudou as pessoas a terem acesso ao conhecimento técnico. Agora, as comunidades virtuais ajudam os pacientes e familiares em questões do dia-a-dia, como superar problemas da rotina, que muitas vezes desgastam o doente – conta a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Wilma Madeira, que em 2006 escreveu uma tese sobre o dr. Google e agora se dedica a entender a influência das comunidades virtuais.

Ela dá um exemplo: muitas vezes, quem sofre com doenças crônico-degenerativas, como câncer e Alzheimer, precisa de remédios caros ou difíceis de encontrar. Pela comunidade, o paciente conversa com pessoas que enfrentaram o mesmo problema e já encontraram a solução. Pode, assim, saber onde comprar os medicamentos pelo menor preço.

Outra vantagem é a orientação para pacientes recém-diagnosticados. No início, é comum a presença de tristeza, medo e desânimo. Nos grupos virtuais, essas sensações podem ser amenizadas. Muitos usuários publicam depoimentos contando suas histórias, os desafios superados, as dificuldades dribladas. Esses testemunhos de superação confortam o leitor.

“Um paciente bem informado ajuda no nosso trabalho. Ele sabe se expressar melhor e tem noção da importância do tratamento. Podem surgir ideias que ajudem na recuperação”, analisa o psiquiatra Alceu Gomes Correia Filho.

É o que faz o estudante José Miguel Volkweis Júnior, 20 anos. Ele sempre busca a orientação do médico e debate com ele os melhores tratamentos para o diabetes 1, diagnosticado há seis anos. Já em casa, diante do computador, participa de comunidades virtuais e ajuda outros pacientes com dúvidas corriqueiras.

“Uma vez, uma usuária estava para colocar a bomba de insulina e tinha várias dúvidas. Tinha medo de a bomba ficar aparecendo e temia pela adaptação do corpo. Como já uso a bomba há um bom tempo, incentivei-a e dei umas dicas de como se adaptar. Falei que dava para esconder a bomba nos bolsos. É bem fácil. Nas comunidades, todo mundo se ajuda”, finaliza o estudante.

Empresas garimpam opinião da internet

fonte: Jornais Folha de S. Paulo e New York Times

Cada Cabeça, uma Sentença; cada Expressão, uma Atitude; cada Ação, uma Reputação...
Cada Cabeça, uma Sentença; cada Expressão, uma Atitude; cada Ação, uma Reputação...

PESQUISA >> Programas investigam blogs e redes sociais para tentar decifrar o que pensam os internautas sobre companhias e produtos

A ascensão dos blogs e das redes sociais impulsionou uma alta no mercado de opiniões pessoais: resenhas, classificações, recomendações e outras formas de expressão on-line.
Para os cientistas da computação, essa montanha cada vez maior de dados está abrindo uma janela tentadora para decifrar a consciência coletiva dos usuários de internet.

Uma área emergente conhecida como análise de sentimentos está se desenvolvendo em torno de uma das fronteiras inexploradas do mundo da computação: traduzir as particularidades da emoção humana em dados quantitativos. Isso é mais do que um exercício interessante de programação. Para muitas empresas, a opinião on-line transformou-se em um tipo de moeda virtual capaz de definir o sucesso ou o fracasso de um produto.

As ferramentas de análise de sentimentos estão se tornando capazes de ajudar as empresas não apenas a melhorar a sua lucratividade mas também a mudar o modo como se buscam informações on-line.

O Scout Labs, que conta com o financiamento do fundo de capital de risco criado por Halsey Minor, fundador da Cnet, introduziu recentemente um serviço por assinatura que permite aos seus clientes monitorar blogs, artigos jornalísticos, fóruns on-line e redes sociais a fim de determinar tendências de opinião sobre produtos, serviços ou assuntos veiculados nos jornais.

No início de maio, o Stub- Hub, um serviço on-line de venda e compra de ingressos, usou a ferramenta de monitoramento do Scout Labs para identificar o aumento súbito de um sentimento negativo que surgiu nos blogs após uma chuva ter provocado o adiamento de uma partida de beisebol do Yankees contra o Red Sox.

Funcionários do estádio informaram erroneamente a centenas de fãs sobre o cancelamento do jogo, e o StubHub negou os pedidos de reembolso sob a alegação de que o jogo havia ocorrido. Mas, depois de localizar on-line o começo de uma tendência de sentimento negativo, a empresa passou a oferecer descontos e créditos para os fãs prejudicados. E a empresa está reavaliando as suas normas sobre eventos cancelados por causa do clima.

“O serviço funciona para nós como um primeiro alerta de perigo”, disse John Whelan, diretor da área de atendimento ao consumidor do StubHub.

Com intenções semelhantes, o jornal “Financial Times” passou a usar recentemente o Newssift, um programa experimental que rastreia os sentimentos acerca de assuntos empresariais que surjam nas notícias. Ele vem acoplado a um serviço especializado de busca capaz de organizar as pesquisas dos usuários por tópico, instituição, local, pessoa e tema.
Ferramentas como essas poderiam ajudar as empresas a identificar o efeito de questões específicas sobre o comportamento dos consumidores, o que os ajudaria a responder com estratégias apropriadas de marketing e relações públicas.

Mas traduzir a parte escorregadia da linguagem humana para valores binários será sempre uma ciência inexata. “Os sentimentos são bem diferentes dos fatos convencionais”, disse Seth Grimes, fundador da empresa de consultoria Alta Plana, nos arredores de Maryland. Ele aponta para os vários fatores culturais e as nuances linguísticas que dificultam a transformação de uma sequência de texto escrito em uma simples classificação de sentimento favorável ou contrário a algo. “A expressão “um pecado” pode ser uma expressão positiva, se fizer referência a um bolo de chocolate”, disse ele.

À medida que as ferramentas começarem a incorporar cada vez mais dados aos seus resultados, a distinção entre fato e opinião pode começar a desaparecer, a ponto de “os fatos todos virem acompanhados de pontos de vista”, como disse David Byrne em uma música.

Empresas requerem profissionais para trabalhar em blogs, redes sociais e universo on-line em tempo integral

Fonte: jornal Folha de S. Paulo deste domingo, 23 de agosto de 2009

Blogueiro oficial

Empresas criam cargos para fomentar mídias sociais

Profissional passa a se dedicar ao universo on-line em tempo integral

probloggers

Em julho, 21,9 milhões de pessoas navegaram por blogs no país -o equivalente a 60% dos internautas ativos, segundo o Ibope Nielsen Online.

Os números, sempre crescentes, fizeram com que firmas -especialmente as B2C (venda ao consumidor)- repensassem as estratégias em relação a essa ferramenta. Nesse movimento, a estrutura organizacional também passou por alterações.

Se antes os blogs eram feitos por profissionais que acumulavam outras funções, hoje têm se tornado mais estruturados. Não é raro encontrar colaboradores que se dedicam apenas ao universo virtual, que inclui elaboração e manutenção de blogs e gerenciamento de redes sociais, como Facebook e Orkut.

Algumas firmas foram além e criaram gerências para administrar as ferramentas. A Tecnisa foi uma das pioneiras e delegou a gerência ao publicitário Roberto Aloureiro, 37.

Há dois anos, seu dia a dia é voltado para redes sociais -e o blog corporativo toma a maior parte de seu tempo. Com foco em informações sobre o mercado imobiliário, a ferramenta não é “divulgação, mas relacionamento”.

Prova disso, diz, é a busca por respostas para dar aos internautas, mesmo que não estejam relacionadas à atividade da firma ou aos temas dos posts. “Já fui atrás de três ou quatro pessoas para orientar um leitor que queria ter uma horta na varanda no apartamento.”

Restrito
Para especialistas, esse movimento ainda é restrito. A crise financeira e o estágio do desenvolvimento de blogs corporativos, considerado embrionário por alguns, são fatores que inibem a criação de cargos.

Apesar disso, as empresas continuam investindo em blogs, mas delegando o trabalho a agências especializadas.
Na Edelman (companhia de comunicação corporativa), há uma área em que os profissionais têm de abastecer e manter blogs corporativos, entre outras incumbências.

A Pólvora! Comunicação foi criada, há um ano, apenas para desenvolver projetos de mídias sociais para as empresas. “As companhias estão terceirizando para ver aonde vai esse movimento”, destaca o diretor de operações, Marcio Cavalieri.

Anatel determina suspensão de comercialização do Speedy

Telefônica pode receber multa de R$ 1 mil para cada novo acesso.
Empresa também terá de apresentar plano para garantir disponibilidade.

Do G1, em São Paulo

As crescentes reclamações de usuários motivadas pela interrupção do Speedy fizeram com que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinasse a suspensão da comercialização desse serviço de banda larga. Em caso de descumprimento, a Telefônica terá de pagar R$ 1 mil para cada acesso comercializado.

Em nota, a Telefônica informou não ter conhecimento dos termos do processo e não ter recebido cópia de seu informe e da fundamentação do ato. “Por esta razão, a Telefônica aguardará o recebimento oficial para analisar o teor da decisão, considerando as implicações para seus clientes, empregados, fornecedores e acionistas, antes de se pronunciar de maneira mais ampla sobre o tema”, diz o comunicado.

Segundo a companhia, a decisão não impactará ou interromperá os serviços prestados aos atuais usuários do Speedy.

Decisão

Em decisão divulgada nesta segunda no “Diário Oficial da União”, a Anatel afirma que a interrupção vai “desde a data de notificação da decisão até que a empresa declare que foram implementadas medidas que assegurem a efetiva regularização do serviço e que a Anatel a comprove”.

Apesar da publicação no diário, a Anatel não informou se a Telefônica já foi oficialmente notificada.

A agência também determinou que a Telefônica apresente em 30 dias um plano para garantir a disponibilidade do serviço conforme o contrato oferecido aos assinantes. “Inclusive planejamento de contingência, gerenciamento de mudanças, implantação de redundância de redes e sistemas críticos, planejamento operacional e cronograma, que indique data a partir da qual estejam implementadas medidas que assegurem a regularidade do serviço”, diz a determinação.

A empresa também terá de informar aos interessados na aquisição, enquanto durar a proibição da comercialização, que “em razão da instabilidade da rede de suporte ao serviço Speedy, a Anatel determinou a suspensão, temporariamente, da sua comercialização”.

Caso a Telefônica não apresente um plano em 30 dias e não avise os possíveis clientes sobre o motivo da proibição, a Anatel fixa multa de R$ 15 milhões à Telefônica, além dos R$ 1 mil para cada novo acesso comercializado.

Reclamações
As determinações da Anatel foram motivadas pelas reclamações de clientes do Speedy, que recentemente enfrentaram instabilidade. Em setembro do ano passado, um “apagão no serviço” afetou usuários domésticos, além da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o Detran, a Receita Federal e delegacias de São Paulo.

As reclamações, afirma a Anatel, motivaram a abertura de procedimentos para apuração de descumprimento de obrigações, considerando as consequências das diversas interrupções. A agência lembra que deve ser comunicada sobre os motivos das falhas e as ações para normalização do serviço, caso o problema dure mais de três dias consecutivos e atinja mais de 10% dos assinantes. Além disso, afirma ainda que o assinante tem direito de resposta “pronta e eficiente” as suas reclamações pela prestadora de serviço.

Durante as falhas da empresa, os usuários se manifestaram contra a Telefônica, principalmente no Twitter. No dia 8 de abril, por exemplo, algumas das mensagens postadas no serviço de microblog foram: “2 dias sem internet em casa. O Speedy só pode estar de brincadeira. E ainda falam q é problema na area …. o revolta!!!”, “eu sou um dos usuários q estão com problema no Speedy desde segunda” e “posso processar a telefonica pela queda nas minhas visitas por causa do #Speedy #fail ?”.

Segundo a agência de notícias Reuters, a Telefônica tem cerca de 2 milhões de clientes do serviço Speedy.

Ainda segundo a Reuters, a Telefônica, que anunciou investimentos de R$ 2,4 bilhões no Brasil em 2009, foi alvo de abertura de ação civil pública pela Promotoria de Justiça do Consumidor do Ministério Público de São Paulo que pede multa à empresa de R$ 1 bilhão por danos materiais e morais causados nos últimos cinco anos pela “má qualidade dos serviços prestados e violação dos direitos dos usuários”.
a também terá de apresentar plano para garantir disponibilidade.

Lula diz que não lê jornais, revistas e internet

Sob o argumento de sofrer com “problema de azia”, o presidente Lula revelou não acompanhar o noticiário em jornais, revistas, sites e blogs. A declaração foi dada em entrevista à revista Piauí.

“Faz mal ao fígado” acompanhar as notícias, disse ao lembrar que não é motivo de preocupação a forma como é retratado pelas diversas mídias. Lula afirmou confiar na “inteligência de quem assina uma revista ou um jornal, de quem vê televisão e escuta rádio”.

Lula disse se manter distante da mídia mesmo quando dispõe de tempo livre. “Recomendaria a qualquer presidente que se afaste dos políticos e da imprensa nos fins de semana”, afirmou.

O avanço tecnológico também foi citado pelo presidente, como forma de pluralidade de fontes de informação para os brasileiros. “Não tem mais apenas a informação de tal revista ou de tal jornal”, disse, citando a existência de inúmeros sites noticiosos na internet e “300 blogs com comentários diferentes”. “Isso democratiza a imprensa, aumenta a capacidade do cidadão em interpretar o que lê.”

Mesmo longe do acompanhamento frequente, Lula considera-se bem informado. “Um homem que conversa com o tanto de pessoas que eu converso por dia deve ter uns 30 jornais na cabeça todo santo dia”, explicou, acrescentando que é avisado pelo ministro Franklin Martins (Comunicação Social) ou por Clara Ant, sua assessora especial, “quando sai alguma coisa importante”.

Fontes: Adnews, com informações de “O Estado de S.Paulo”.

Acesso em residências chegou a 38 milhões de pessoas em novembro

tabela_word_01

Cerca de 24,4 milhões de pessoas navegaram na internet. Além de redes sociais, brasileiro começa a navegar mais em sites de notícias, automóveis, e-commerce, buscadores, e-mail e casa e moda 

O número de pessoas que moram em residências em que há computador com acesso à internet subiu para 38,2 milhões, crescimento de 5% sobre o trimestre anterior e de 19% sobre o mesmo período do ano passado, segundo o IBOPE//NetRatings. Em dois anos, o crescimento foi de 73%. Dessas pessoas com acesso, 24,4 milhões navegaram em novembro, aumento de 3% sobre o mês de outubro e de 13% sobre novembro de 2007.

Fonte: Ibope