Marqueteiro de Dilma fala como atuou…

Entrevista publicada na edição de domingo, 7 de novembro de 2010, no jornal Folha de S. Paulo mostra a estratégia utilizada pelo marqueteiro João Santana para ganhar as eleições presidenciais no recente pleito.

Em comunicação, assim como em todas as áreas, precisamos analisar as variadas situações, o contexto e o público com o qual desejamos nos comunicar para que não haja ruído algum no trajeto entre emissor e receptor. Os meios devem ser cada vez mas variados, graças às opções que temos hoje em dia.

Porém, devemos lembrar que não trabalhamos, neste caso, com ciência exata. E, quando lidamos com o fator humano, erros ou resultados inesperados podem aparecer.

É claro que experiência e anos de ação permitem-nos ter uma visão mais apurada, crítica, global e com menos indução ao erro e a problemas de foco. Mas, mesmo assim, eles ocorrem.

Prestigiado e com sucesso ímpar, João Santana já teve também derrotas no passado (citadas na matéria) as quais serviram, certamente, como forte experiência.

Recomendo a leitura (logo abaixo).

Forte abraço,

Danon

Marketing custou R$ 44 mi; até russo tentou vender estratégia 

Santana acha que Lula cometeu erros, mas saldo final foi positivo

DO ENVIADO A SALVADOR

Neste trecho da entrevista, João Santana declara que o custo de marketing da campanha de Dilma Rousseff atingiu R$ 44 milhões. Revela que havia dúvidas entre vários petistas sobre a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma. Em maio passado, alguns pensavam até em pedir ajuda a um especialista russo. Sobre as aparições exaltadas de Lula no final do primeiro turno, Santana cita a “personalidade vulcânica” do assessorado. Às vezes, diz ele, o presidente se esquece de que cenas do palanque serão usadas em telejornais. (FR)

Folha – Lula errou na parte final do 1º turno, falando em extirpar o DEM da política?
João Santana –
O presidente tem uma personalidade vulcânica. Sua intuição emocional faz com que ele acerte bastante, e às vezes cometa erros. O saldo foi positivo.

Mas houve uma certa overdose no 1º turno?
Na propaganda eleitoral, não. Uma das coisas mais difíceis era a modulação da presença de Lula.
Fiz um desenho estático que considero correto. Dividi os 45 dias de TV e rádio em três fases iguais de 15 dias cada uma. A primeira consistiu em colar bastante Lula a Dilma. Depois, seria preciso atenuar um pouco a presença dele no meio da campanha. E, por fim, voltar a colá-los fortemente no final.
Isso só seria possível se as pessoas conseguissem enxergar Dilma sem a sombra luminosa de Lula.

Mas Lula não se excedeu nos comícios?
De certa forma, sim. Mas isso é até explicável. A presença de um político no palanque permite certo tipo de arroubo que a propaganda eleitoral não comporta.
Acontece que alguém, quando está no palanque, esquece que trechos editados de sua fala podem aparecer em telejornais de grande audiência.

Como Dilma reagiu à operação plástica e a mudar o vestuário?
Variou. A decisão de fazer a operação plástica, por exemplo, foi dela. Como toda mulher, quando se trata de estética, ela gosta de ela mesma tomar iniciativa. Ou, pelo menos, de pensar que foi dela a decisão.

Como era sua equipe?
Cerca de 200 pessoas. Alguns já trabalhavam comigo como Eduardo Costa, braço direito e um dos grandes responsáveis pelo sucesso.
Outros se reaproximaram e foram fundamentais, como Marcelo Kértesz, Lo Politi e Giovani Lima. Sem falar da presença essencial de Mônica Moura, minha mulher.

Quanto o sr. cobrou para fazer a campanha?
Propaganda e marketing, incluindo as pesquisas qualitativas e as quantitativas, foi um total de R$ 44 milhões.

Há semelhanças entre a transferência de poder do russo Vladimir Putin para Dmitri Medvedev, em 2008, e agora no caso de Lula e Dilma?
É um equívoco absoluto, uma leitura caricata e ligeira. A democracia no Brasil é mais complexa e sofisticada. Mas isso me faz lembrar uma história curiosa.
No início de maio, um emissário não oficial do governo russo mandou um recado. Queria oferecer o que seria uma técnica que dizia ser infalível de transferência de votos baseada na experiência de Putin para Medvedev. Demos muita risada. Recusamos. Mas um ou outro integrante da campanha chegou a ficar tentado em pelo menos ouvir os russos.
O episódio demonstra como era imprevisível para alguns a capacidade de Lula de transferir votos.

RAIO-X JOÃO SANTANA

ENTREVISTADO
João Cerqueira de Santana Filho, jornalista e publicitário

VITÓRIAS
Lula (presidente, 2006); Maurício Funes (presidente de El Salvador, 2009); Dilma Rousseff (presidente, 2010)

DERROTAS
Antonio Britto (governador do RS, 1998); Eduardo Duhalde (presidente da Argentina, 1999); Marta Suplicy (prefeita de SP, 2008)

PRÊMIO
Esso (1992) pela entrevista com Eriberto França (caso PC)

Lula ameaça a democracia tentando cercear liberdade de imprensa!

São Paulo, sábado, 17 de julho de 2010
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Para presidente da SIP, Lula ameaça democraciaAlejandro Aguirre coloca petista no mesmo grupo que Chávez, Evo e Cristina

Planalto não comenta; presidente da SIP diz que líderes são eleitos e utilizam governo para atacar a imprensa

LEANDRA PERES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM WASHINGTON

O presidente da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), Alejandro Aguirre, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não pode ser chamado de democrático”.
Segundo ele, Lula pode ser comparado a Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Cristina Kirchner (Argentina) que, apesar de eleitos democraticamente, usam o governo para reduzir a liberdade de imprensa.
O “apoio moral” que o Brasil dá à ditadura em Cuba, a tentativa de aprovar leis no Congresso que limitam a liberdade de imprensa e o uso da publicidade oficial foram citados por Aguirre como sinais de fraqueza da democracia no Brasil, assim como na Argentina e no Equador.
“Temos governos que se beneficiaram das instituições democráticas, de eleições livres, e estão se beneficiando da fé e do poder que o povo neles depositou para destruir as instituições democráticas. Esses governos não podem continuar a se chamar de democráticos. Não podem seguir falando em nome de líderes democráticos do mundo porque não atuam dessa forma”, disse.
Questionado se Lula faria parte do grupo de governantes, respondeu que “sim”.
Aguirre também criticou Lula por não ter se pronunciado contrário à censura ao jornal “O Estado de S. Paulo”, imposta pela Justiça há um ano e que proíbe a publicação de reportagens sobre a Operação Faktor, da Polícia Federal, que envolve Fernando Sarney, empresário e filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O Palácio do Planalto não comentou as críticas.
A Venezuela, disse o presidente da SIP, é o país onde mais claramente se expressa a tendência de interferência. No Equador, o Congresso discute lei que a entidade considera “bastante restritiva” à liberdade de expressão.
Além da interferência de governos, a SIP aponta a crescente violência contra jornalistas como um risco à liberdade de expressão no continente -17 jornalistas foram assassinados neste ano e 11, sequestrados.
A SIP é uma organização sem fins lucrativos composta por 1.300 jornais que define sua missão como “defender a liberdade de expressão e de imprensa em todas as Américas”. A Folha é integrante da entidade.

Governo argentino tenta reeditar censura

Antes da reprodução da matéria do jornal O Estado de S. Paulo (logo abaixo), digo que, infelizmente, depois de anos de ditadura e cerceamento dos meios de comunicação e da liberdade de imprensa e individual, governos da América Latina tentam, de alguma forma, estabelecer censura para poder controlar a opinião pública. Aqui mesmo, no Brasil, o governo Lula tentou, por diversas vezes, instaurar o fatídico Conselho Federal de Jornalismo, que, graças a D´us, não vingou. Mas, vira e mexe, tenta-se, de alguma forma, cercear a liberdade de informação. De repente, eis que vemos jornalistas de oposição perderem emprego, serem afastados, ficarem “na geladeira”. Muito estranho…

Se este tal Conselho Federal de Jornalismo tivesse passado, escândalos como os de mensalão, dos dólares na cueca e outros inúmeros, que nos enojam – tanto pelo ato em si como por ninguém ser culpado e pagar a conta, a não ser a população – certamente não viriam à tona.

Agora vemos, na Argentina, a mesma coisa. E os Kitcher cada vez mais próximos do ditador venezuelano Hugo Chávez. Sim, embora não seja oficialmente, Chávez é realmente um ditador e um demagogo da mais baixa qualidade.

Foi ridículo – para não dizer até leviano, apesar de abusivo e ditatorial – este casal Kirchner, que “controla a Argentina”, mandar um mutirão de fiscais, juntos, ao jornal Clarín numa clara demonstração de intimidação. E depois, na maior cara de pau, dizer que não tem nada a ver com isso. Além de abuso de poder e cerceamento de liberdade, Cristina e seu marido Néstor são mentirosos da pior espécie (isso sem dizer que também são péssimos administradores do país).

Bem, temos de ficar de olho pois nunca, jamais, poderemos voltar a perder nosso direito – e também o dever – de falar, reclamar, criticar e até elogiar quando assim for o caso.

Abaixo, reprodução da matéria do Estadão…

Kirchner e Lula... união na tentativa de calar a boca da imprensa?!?
Kirchner e Lula… união na tentativa de calar a boca da imprensa?!?

  

Kirchners mantêm conflitos constantes com a mídia

Casal evita o contato com jornalistas e não digere com facilidade as críticas veiculadas

BUENOS AIRES – Desde que chegaram ao poder, em 2003, Néstor e Cristina Kirchner mantiveram a relação mais tensa entre o Poder Executivo e a imprensa desde o final da Ditadura Militar, em 1983. O casal – que costuma evitar o contato com jornalistas – não digere com facilidade as críticas das mídia e com frequência afirma que os meios de comunicação são “golpistas”. A própria presidente Cristina esbravejou, dias atrás: “sou vítima de um fuzilamento midiático”.

 

 

Em 2007, quando os Kirchners estavam no auge do poder, um dos ministros do gabinete disse, em off a um grupo de correspondentes estrangeiros, entre eles o Estado, que “Néstor e Cristina falam direto com o povo. Portanto, não precisam de intermediários como os jornais”.

 

Desde o início do ano passado, quando o governo entrou em conflito com os produtores ruralistas, o casal Kirchner está acusando permanentemente diversos meios de comunicação – especialmente o Clarín e seu canal da notícias por TV a cabo Todo Notícias – tentar “desestabilizar” o governo.

 

Organismos de defesa da liberdade de imprensa afirmam que vários jornais, canais de TV e rádios foram comprados nos últimos anos por empresários sem tradição na área de mídia. No entanto, todo tinham em comum o fato de serem amigos dos Kirchners.

 

Associações de jornalistas denunciaram ao longo dos últimos anos intensas pressões do governo aos profissionais da mídia, grampos telefônicos e ameaças diversas. Nos últimos meses, escritórios do jornal Clarín foram atacados por ‘comandos anônimos’ com pichações de simpatizantes do casal Kirchner.

 

Sequer os jornalistas famosos salvaram-se das pressões. Esse foi o caso de Pepe Eliaschev, removido da estatal Rádio Nacional por entrevistar líderes opositores em seu programa de notícias. Outro caso é de Nelson Castro, um dos mais famosos jornalistas políticos do país, demitido da Rádio Del Plata – por pressões dos Kirchners – após fazer comentários sobre um estranho desmaio da presidente Cristina. “Esse é o verdadeiro Kirchner. O Kirchner intolerante!”, diz Castro.

 

Kirchner, enquanto foi presidente, nunca deu uma coletiva de imprensa, sequer aceitou entrevistas com meios internacionais. Sua esposa Cristina concedeu um punhado de coletivas. Ela só aceitou entrevistas exclusivas com meios de comunicação aliados do governo.

 

‘Não-indepentente’

 

O governo não coloca publicidade oficial nos jornais críticos com a administração Kirchner. Mas, os empresários amigos do governo conseguem publicidade oficial farta. Esse é o caso de Rudy Ulloa, ex-office boy e ex-chofer dos Kirchners, que transformou-se em magnata da mídia no sul do país.

 

No ano passado Ulloa lançou a revista “Atitude”, que na capa ostentava um controvertido slogan: “uma revista que não é independente”.

 

Lula diz que não lê jornais, revistas e internet

Sob o argumento de sofrer com “problema de azia”, o presidente Lula revelou não acompanhar o noticiário em jornais, revistas, sites e blogs. A declaração foi dada em entrevista à revista Piauí.

“Faz mal ao fígado” acompanhar as notícias, disse ao lembrar que não é motivo de preocupação a forma como é retratado pelas diversas mídias. Lula afirmou confiar na “inteligência de quem assina uma revista ou um jornal, de quem vê televisão e escuta rádio”.

Lula disse se manter distante da mídia mesmo quando dispõe de tempo livre. “Recomendaria a qualquer presidente que se afaste dos políticos e da imprensa nos fins de semana”, afirmou.

O avanço tecnológico também foi citado pelo presidente, como forma de pluralidade de fontes de informação para os brasileiros. “Não tem mais apenas a informação de tal revista ou de tal jornal”, disse, citando a existência de inúmeros sites noticiosos na internet e “300 blogs com comentários diferentes”. “Isso democratiza a imprensa, aumenta a capacidade do cidadão em interpretar o que lê.”

Mesmo longe do acompanhamento frequente, Lula considera-se bem informado. “Um homem que conversa com o tanto de pessoas que eu converso por dia deve ter uns 30 jornais na cabeça todo santo dia”, explicou, acrescentando que é avisado pelo ministro Franklin Martins (Comunicação Social) ou por Clara Ant, sua assessora especial, “quando sai alguma coisa importante”.

Fontes: Adnews, com informações de “O Estado de S.Paulo”.

Após um ano, TV de Lula continua sem público e sem sinal

Fonte: Adnews www.adnews.com.br

24/11/08

Perto de completar um ano, a TV Brasil ainda não se tornou a rede pública imaginada pelo presidente Lula

Mesmo com um orçamento de R$ 350 milhões, a emissora ainda não é transmitida para todo o país e depende da programação deixada pela TVE. Além disso, na cidade de São Paulo o sinal chegará apenas no dia 1º para quem tem o receptor de sinal digital.

De acordo com a presidente da TV Brasil, Tereza Cruvinel, em 2009 mudanças vão acontecer, como a inauguração de 39 novas retransmissoras e passarão a ser transmitidas 4 horas de sua programação em TVs públicas do país.

Os atrasos na inauguração do sinal acontecerão porque a rede teve problemas com a importação de transmissores e com as intereferências causadas pelo seu sinal. “Não investimos mais porque não tínhamos equipamentos. Estamos licitando mais de R$ 100 milhões em equipamentos”, disse Cruvinel à Folha de S.Paulo.

Outro problema enfrentado pela TV Brasil, foram os processos licitatórios para compra de conteúdo independente. “Estamos há mais de seis meses tentando comprar um programa independente, a “Revista África'”, lamenta Cruvinel.

Enquanto aguarda a aquisição de novos conteúdos,a emissora tem registrado apenas traçosde audiência. No Rio de Janeiro, sua média diária tem sido de 0,4 ponto. No ranking dos dez programa da rede mais assistidos, o líder é o “Programa de Cinema” com 1,52 ponto.

As informações são do colunista Daniel Castro, da coluna Outro Canal.

Redação Adnews

Cultura em alta, mas presidente amarela…

 

Ordem do Mérito Cultural 2008

Veja, abaixo, links para vídeos de duas matérias a respeito: CQC (Band) e RJTV (Globo)

Na noite desta terça-feira, participei, no Rio de Janeiro, a convite da querida amiga, escritora e uma das 

 

homenageadas Tatiana Belinky (foto)  da entrega dos prêmios aos agraciados pela “Ordem do Mérito Cultural 2008”, promovido pelo Ministério da Cultura. Excelente o evento e o local! Porém, um erro grave da organização foi fazer todos esperarem, em uma chuva fina, na rua, numa longa fila, composta por personalidades e vips, como, por exemplo, o maestro Júlio Medaglia e a juíza Denise Frossard, por mais de 40 minutos. Logo na entrada, alguns protestos aconteciam e estavam tomando corpo cada vez maior, na espera do presidente Lula, que havia confirmado presença no evento. A questão é que, no final, ele não veio e fez, com sua indecisão para vir, que a ação atrasasse sobremaneira. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, em prédica, explicou a ausência de Lula dizendo que a segurança presidencial não achou o “ambiente seguro” para ele. Leia-se, sob minha interpretação, que o presidente não queria que fossem registradas as críticas e manifestações populares que aconteciam na entrada do evento contra ele – já que um grande número de jornalistas cobria o certame.

Enquanto os convidados iam entrando, a orquestra executava músicas do cancioneiro popular brasileiro de forma majestosa, o que fez com que nos acalmássemos da bagunça inicial para se entrar.

Camila Pitanga e Sérgio Mamberti apresentaram o evento de forma descontraída e gostosa. Algumas pequenas gafes foram tiradas de letra, com bom humor, por Camila.

Logo no início, para cantar o Hino Nacional, foi chamada Elza Soares. Particularmente, não acho respeitoso mudar-se o estilo de se executar hinos nacionais. Mas, de qualquer forma, tenho de concordar que ela inovou. Cantou da mesma forma que fez na abertura do jogos Panamericanos, também realizados na “Cidade Maravilhosa” (Rio de Janeiro). Ela foi muito aplaudida neste evento. Veja, no link a seguir, trecho passado, ao vivo, pelo qik.com: http://qik.com/amdanon.

Um dos pontos altos foi a apresentação da cantora Mercedes Sosa, uma das agraciadas da noite, que executou duas canções, levando o público ao delírio. Outro momento muito emocionante particularmente para mim (além da surpresa) foi a homenagem realizada ao merchand de artes Marcantônio Vilaça (in memorian) (imagem, abaixo, do livro distribuído no local), já falecido há alguns anos, em tenra idade. Quem recebeu a homenagem foi o seu irmão, o meu grande e querido amigo, Rodrigo Vilaça. As palavras da apresentadora Camila Pitanga a respeito do homenageado e o rosto compenetrado de seu irmão, no palco, me emocionaram muito.

Mais dois pontos merecem destaque: a apresentação dos músicos da Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá, e o momento em que o cineasta Anselmo Duarte, um dos agraciados da noite, foi aplaudido de pé e com efusividade pelo público.

A cerimônia teve como tema celebração do centenário da morte do escritor Machado de Assis.

Que pena não ter podido ficar até o fim, pois eu já tinha vôo para São Paulo agendado….

Abaixo, você confere a lista inteira de agraciados (logo após as duas imagens).

Assista à matéria exibida pelo RJTV, da Rede Globo de Televisão: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM893754-7823-FESTA+DA+ORDEM+DO+MERITO+CULTURAL+CELEBRA+O+TALENTO+DOS+ARTISTAS,00.html

Assista também à bem humorada matéria do CQC, da Rede Bandeirantes de Televisão:

  

 

Altemar Dutra, in memoriam
Athos Bulcão, in memoriam
Dulcina de Moraes, in memoriam
Guimarães Rosa, in memoriam
Hans-Joachim Koellreutter, in memoriam
Marcantonio Vilaça, in memoriam
Otávio Afonso, in memoriam
Paulo Emilio, in memoriam
Pixinguinha, in memoriam
Ailton Krenak
Anselmo Duarte
Benedito Ruy Barbosa
Bule Bule
Carlos Lyra
Claudia Andujar
Edu Lobo
Efigênia Ramos Rolim
Elza Soares
Emanoel Araujo
Eva Todor
Goiandira do Couto
João Candido Portinari
Johnny Alf
Leonardo Villar
Maria Bonomi
Marlene
Mercedes Sosa
Milton Hatoum
Nelson Triunfo
Orlando Miranda
Paulo Moura
Roberto Corrêa
Ruy Guerra
Sérgio Ricardo
Tatiana Belinky
Teresa Aguiar
Vicente Juarimbu Salles
Zabé da Loca
Associação Ashaninka do Rio Amônia (Apiwtxa)
Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)
Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Associação Comunidade Yuba
Centro Cultural Piollin
Coletivo Nacional de Cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Giramundo Teatro de Bonecos
Instituto Baccarelli
Mestres da Guitarrada
Música no Museu
Quasar Cia de Dança