Telefônica admite problemas com Speedy…

… porém credita-os a suposta “invasão de hackers”. E por que, “senhora Telefônica”, era impossível falar com o atendimento da empresa para saber o que estava efetivamente ocorrendo e, também, por que demorou muito para admitir o problema??? Uma empresa tem de ser tranparente e falar verdadeiramente o que ocorre, no momento em que acontece, pois deve satisfação a todos os seus clientes (além dos funcionários e fornecedores).

Leia mais abaixo (fonte: Adnews)

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Telefônica culpa hackers por pane no Speedy

 

A Telefônica assumiu publicamente nesta quinta-feira (09) que o Speedy tem passado por um problema generalizado. No entanto, a empresa afirma que a pane foi causada por ataques de hackers ao servidor.

Em comunicado divulgado nesta tarde, a companhia explicou que o problema foi originado pelo excesso de solicitações artificias aos servidores DNS. “Esta ação intencional visa esgotar a capacidade dos servidores e fazer com que as solicitações artificiais concorram com as solicitações legítimas [dos usuários], gerando as dificuldades de navegação em páginas de internet”, explica a nota.

A empresa também informou que está empreendendo todos os esforço para normalizar a operação, mas não informou prazo para solucionar o problema.

Os clientes da Telefônica da diversas regiões de São Paulo têm enfrentado problemas com a conexão desde a noite de segunda-feira (06).

Procon cobra explicações

Nesta quarta-feira (08), o Procon-SP enviou uma notificação à Telefônica cobrando explicações sobre os problemas com o Speedy. De acordo com a notificação, a operadora tinha até o final da tarde de hoje para esclarecer as causas da pane.

O Procon-SP também informou que os clientes poderão pedir um ressarcimento coletivo, além de estudar uma multa à operadora pelos danos causados aos usuários.

 

STF julga nesta quarta-feira futuro da Lei de Imprensa

Entidades representativas dos meios de comunicação e dos jornalistas apoiam o fim da lei, mas defendem novas normas 

Em 2008, o Supremo já havia suspendido provisoriamente a eficácia de 20 dos 77 artigos dessa legislação, criada em 67, sob a ditadura 

Fonte: jornal Folha de S. Paulo 

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) pode decidir hoje a manutenção ou a revogação de dois preceitos criados pela ditadura militar (1964-85) para disciplinar assuntos relativos à imprensa: a Lei de Imprensa (1967), conjunto de 77 artigos que preveem atos como apreensão de publicações e censura prévia, e a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão (1969, leia texto nesta página).
Em fevereiro do ano passado, o STF já havia suspendido provisoriamente a eficácia de 20 dos 77 artigos da lei (5.250/67), grande parte dela já transformada em “letra morta” pela jurisprudência firmada pelos tribunais após a promulgação da Constituição de 1988.
Caso mantenha-se a tendência de anulação parcial ou total da Lei de Imprensa, reforça-se o debate sobre a necessidade de haver uma nova regra. Entidades representativas dos meios de comunicação e dos jornalistas apoiam o fim da lei, mas defendem novas normas.
A ANJ (Associação Nacional de Jornais) é a favor de uma legislação mínima que conteria, entre outros pontos, mecanismos para inibir a censura prévia e regras para que o direito de resposta e as indenizações por dano moral não extrapolem limites considerados inibidores da atividade jornalística.
“Essa regulamentação deve ser mínima e de natureza instrumental, com o objetivo de regular os direitos individuais que se contrapõem à liberdade de expressão”, escreveu em artigo no mês passado a presidente da ANJ, Judith Brito, diretora-superintendente da Folha.
O presidente da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Daniel Pimentel Slaviero, afirma que o assunto extrapola o interesse de empresas de comunicação e de jornalistas e defende, para a nova legislação, mecanismos que inibam decisões judiciais que têm barrado a veiculação de notícias de interesse geral.
A Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) propõe, entre outras coisas, um rito sumário para o direito de resposta, o fim da pena de prisão para os delitos de imprensa (que passariam a ser punidos com multa ou prestação de serviço à comunidade) e a obrigatoriedade dos meios de comunicação de terem um canal no qual o cidadão possa se manifestar.
O problema é que o principal projeto de lei sobre o assunto que tramita no Congresso Nacional, o 3.232/92, do ex-deputado Vilmar Rocha, está parado desde 1997. E vários congressistas defendem a tese de que não é necessária nova lei, já que a Constituição e os códigos Penal e Civil seriam suficientes para disciplinar o assunto.
“A Constituição já fixa todos os critérios para assegurar a liberdade de imprensa. Não há razão para uma lei menor se a maior já fixou as regras”, escreveu em artigo no ano passado o hoje presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Ele mantém a posição.
O deputado Miro Teixeira (PTD-RJ), autor da ação que resultou no julgamento de hoje, também argumenta que uma nova lei poderia servir a tentativas de restrição à liberdade de imprensa. “A Constituição assegura o direito do cidadão de se manifestar e de ser informado livremente. Esse direito é “irregulamentável'”, afirmou.
Hoje ele defenderá no STF a interpretação de que, pelo artigo 37 da Constituição (que submete a administração pública aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), o agente público não pode mover processos por crime contra a honra por causa de reportagens jornalísticas.
O governo federal se manifestou no processo, por meio da AGU (Advocacia Geral da União), defendendo a permanência, entre outros, da previsão de penas mais duras para jornalistas condenados por crime contra a honra.

Operadoras não se adaptam à nova lei do call center

Pergunto: elas não tiveram o tempo mais do que suficiente para adaptação???

Atendimento em até um minuto, opção de contato direto com o atendente já no primeiro menu e reclamações resolvidas em até cinco dias úteis.
Essas são apenas algumas regras do Decreto 6.523/08, a chamada “Lei do Call Center”, que entrou em vigor em 1º de dezembro e que ainda não foi cumprido por diversas empresas.
Em monitoramento divulgado na última quinta-feira, a Fundação Procon-SP comprovou que diversos SACs continuam irregulares. Durante os dias 1º, 2 e 3, o Procon fiscalizou 68 empresas, entre elas as operadoras de telefonia móvel.
Duas empresas do setor ainda condicionam o acesso inicial ao atendente ao fornecimento de dados pelo consumidor; uma delas apresentou SAC indisponível (linha ocupada). Três ultrapassaram o tempo máximo para o contato direto com o atendente -em um dos SACs, a ligação foi interrompida antes do fim do atendimento.
As empresas que não se adaptarem ao decreto serão autuadas pelo Procon-SP. As multas variam de R$ 212 a R$ 3,19 milhões.
Antes do dia 1º, o Procon realizou uma pesquisa em que as empresas respondiam se estariam ou não adequadas ao decreto. TIM e Claro afirmaram estar 100% adequadas. A Oi afirmava estar 80% adequada; já a Vivo não respondeu ao levantamento.

Reclamações
Ricardo Luis Manzano é um dos clientes de empresas de telefonia que continuam insatisfeitos com os SACs. Na semana passada, ele conversou com uma atendente da Claro durante 45 minutos, mas, até o fechamento desta edição, não houve solução para a cobrança indevida por serviço não contratado. “Não fiquei satisfeito. Não resolveu meu problema”.
Manzano postou sua queixa no reclameaqui.com.br, que oferece ao consumidor a opção de gravar conversas com call centers de 24 empresas.
Já o Procon oferece a opção “SAC Avaliação”, em que os consumidores atestam as dificuldades que enfrentaram com os SACs.

Fonte: jornal Folha de S. Paulo


 

Problemas persistem no primeiro dia de vigor das novas regras para call centers

1/12/08 – 21h25

Fonte: Jornal Nacional (Rede Globo de Televisão) http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL885487-10406,00-NOVAS+REGRAS+PARA+CALL+CENTERS+ENTRAM+EM+VIGOR.html

 

 

Reprodução TV
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Reprodução da TV
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Novas regras para call centers entram em vigor

O consumidor deve ser atendido em 1 minuto pelo atendente. Além disso, as opções têm que estar no primeiro menu eletrônico, as ligações devem ser gratuitas e o serviço deve funcionar 24 horas por dia.

Desta segunda-feira em diante, em menos de um minuto, uma pessoa de carne e osso deverá conversar com os brasileiros que ligarem para serviços de atendimento aos consumidores. Neste primeiro dia da regra nova, o Jornal Nacional refez um teste apresentado pelo Fantástico. O resultado é a reportagem de Isabela Scalabrini.

O designer Guilherme Reis já tentou reclamar várias vezes, mas ainda não conseguiu resolver o problema de uma cobrança que seria indevida feita pela operadora de celular. Ele quer cancelar o contrato. “Tentei ligar cinco vezes. Eles desligavam, passavam para outro setor”, ele reclama.

“Se houver um pedido de cancelamento, e esse é um dos grandes problemas que os consumidores enfrentam, o pedido tem que ser registrado imediatamente pela atendente, não sendo permitido, nesse caso, a transferência da ligação”, afirma Marcelo Barbosa, do Procon da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Esta é uma das novas regras que começaram a valer nesta segunda-feira. A principal é que o consumidor deve ser atendido em, no máximo, um minuto, depois que ele escolher falar com o atendente.

As opções de reclamação, cancelamento e falar com um atendente têm que estar no primeiro menu eletrônico. As ligações devem ser gratuitas e o serviço deve funcionar sete dias por semana, 24 horas por dia.

Para esclarecer os principais pontos da nova legislação, o Fantástico fez uma reportagem sobre o serviço de atendimento ao consumidor pelo telefone no domingo. Foram feitas três ligações. Nesta segunda-feira, a equipe do Jornal Nacional ligou para as mesmas empresas e o atendimento não melhorou.

A funcionária de uma operadora de celular nos atendeu em um minuto e três segundos, mas ela nem tenta ouvir a reclamação.

JN: Eu queria saber por que, no momento, eu não posso fazer a reclamação.
Atendente: Porque o sistema está indisponível, nós não temos como registrar.

Em uma ligação mostrada pelo Fantástico, no domingo, para outra operadora, foram quatro minutos de espera, mas a gravação recomeçou e não houve atendimento. Na segunda tentativa, a funcionária atendeu rapidamente, mas a ligação caiu.

Nesta segunda-feira, também foram quatro minutos depois que escolhemos a opção de falar com um atendente.

Atendente: Boa tarde. Com quem falo, por gentileza?

Na segunda tentativa, oito minutos.

JN: A senhora não pode me dizer por que a senhora demorou tanto a atender.
Atendente: Senhora, estamos com um fluxo muito grande de ligação.

A multa para quem descumprir as regras pode chegar a R$ 3 milhões.

“A ordem é que haja uma fiscalização rigorosa no cumprimento do decreto. Aquele call center que não estiver dimensionado, com certeza, vai ser multado”, afirmou José Antônio Baeta, promotor da Defesa do Consumidor.

 

Governo envia mensagens para a Assembléia Legislativa solicitando aumento de salário para a Polícia

Depois de tantas pressões, o governo do Estado de São Paulo envia comunicação à Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo para aprovar reajuste salarial para policiais.

Fonte: portal do Governo do Estado de S. Paulo http://www.saopaulo.sp.gov.br/bancoimagens/mostraalbum.php?aid=6801&cid=34

O governador José Serra encaminhou à Assembléia Legislativa, na quarta-feira, 5 de novembro, três mensagens propondo alterações nos projetos de lei complementar 59, 60 e 61, com o objetivo de antecipar a entrada em vigor dos aumentos para os policiais. Os projetos haviam sido enviados à Assembléia na semana anterior e estão em tramitação.

Qual é a SUA opinião a respeito?

Abril e Band querem liberdade para TV paga

Fonte: Adnews www.adnews.com.br

Link da matéria: http://www.adnews.com.br/midia.php?id=80388

Abril e Band querem liberdade para TV paga

28/11/08

O diretor comercial dos Canais Abril, Ricardo Rihan, apresentou em audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor, nesta quinta-feira, 27, o posicionamento da empresa sobre a atividade de produção e programação de conteúdo na TV por assinatura referente ao PL 29, que define a organização e exploração das atividades do setor.

O executivo defendeu mecanismos transitórios que assegurem também o acesso do maior número de agentes da indústria de produção e programação audiovisual brasileira às plataformas de distribuição. “Defendemos a diversidade e a pluralidade na produção, programação e distribuição de conteúdos audiovisuais, num ambiente de ampla, livre e justa concorrência. Por conseqüência, somos contra qualquer monopólio ou reserva de mercado na distribuição de conteúdos audiovisuais”, explicou.

“Garantir o acesso aos conteúdos produzidos é fundamental para o pleno exercício da cidadania e para a construção de uma sociedade verdadeiramente plural”, afirmou Rihan. Ele ressaltou também que não cabe mais no Brasil de hoje um modelo de negócio com estrutura de reserva de mercado. “O modelo atual do mercado de TV por assinatura  está totalmente na contramão do desenvolvimento brasileiro com o qual temos sonhado há tantos anos”, afirmou.
 
A terceira audiência pública que aborda o PL 29 tratou exclusivamente do tema produção. As audiências anteriores trataram de distribuição e do empacotamento. 

O vice-presidente do Grupo Bandeirantes, Walter Ceneviva, destacou que o PL 29 deveria olhar mais para a concentração do mercado de TV paga, para permitir o acesso de produtores de conteúdos às redes.

De acordo com o executivo, há a necessidade de coibir condutas anticompetitivas e limitar a 25% o total de canais controlados por um mesmo controlador. Este limite, aliás, foi colocado como requisito para que se dê o passo seguinte: a liberação para a entrada das teles no setor de TV paga.

Participam da discussão Alexander Patez Galvão, assessor do diretor presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Leonardo Dourado, vice-presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV), Rojer Madruga, presidente do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), Walter Ceneviva, vice-presidente do Grupo Bandeirantes e Rodrigo Terra, presidente da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).

Mundo virtual ainda em baixa… Second Life, Lively…

Second Life permite intereção e comunicação com diversos públicos...
Second Life permite intereção e comunicação com diversos públicos…

Entusiasta que sou das novas tecnologias e seu uso na comunicação, sempre gosto de estudar a fundo as novas propostas para, então, de acordo com as necessidades (atuais e futuras) do cliente, oferecer a ele. Indo ao encontro desta minha filosofia, desde o início, fui um entusiasta do “Second Life”, um mundo virtual que – estranho para muitos, à primeira vista – possibilita interessantes ações comunicacionais e de fortalecimento de identidades. Paralelamente ao seu desenvolvimento,  aqui, mais particularmente no Brasil, com o crédito mais volumoso, abria-se a possibilidade às pessoas adquirirem computadores mais potentes, que comportavam bem a plataforma e, por isso, o ingrediente para o forte crescimento estava formado.  De fato, em determinado momento, todos falavam somente nele, Second Life – ou SL, para os íntimos :-))). Porém, infelizmente (pois, como disse, sou um entusiasta do SL e sei que ainda irá vingar… ele tem de amadurecer mais para tal) não virou como deveria. E um dos fatores para tal é que o programa utilizado, que sempre dá “crash”. Você começa a navegar e… “crash”, você tem de sair do sistema. Aí não tem entusiasta que agüente. Porém, creio que ele deverá voltar a seu rumo e alçar vôos mais altos. A notícia, abaixo, mostra que o “Lively”, do Google, que teoricamente seguiria pela linha (eu entrei, mas não gostei…), já desistiu. Confira!

 

Fonte: Agência de Notícias Reuters

Google vai tirar do ar mundo virtual 3D Lively

 O Google informou que fechará o seu site de experiência virtual até o final do ano, para focar em negócios de pesquisa, publicidade e aplicativos.

A companhia informou em blog que apóia experimentações, mas acrescentou: “nós também sempre aceitamos a idéia de que, quando se toma certos tipos de riscos, não serão todos que valerão a pena.”

O Lively, que possibilita que personagens virtuais – conhecidos como avatares – interajam em tempo real com gráficos tridimensionais, foi lançado em julho para competir com o popular mundo online em três dimensões Second Life, da Linden Lab.

“Entre este momento e o final do ano, nós encorajamos você a reunir todo o seu árduo trabalho em vídeos e screenshots de suas salas”, alerta o blog.