Segunda edição do “Prêmio ABED / SENAI de Jornalismo”

Idealizado por nós, a Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED, em conjunto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, realizou a segunda edição do “Prêmio ABED / SENAI de Jornalismo”, cujo foco central é incentivar jornalistas a conhecerem mais a fundo esta importante modalidade educacional e elaborar matérias mais profundas e abrangentes a respeito da EaD.

Abaixo, uma entrevista que realizamos com um dos jurados, o jornalista Hermano Henning.

Link direto da revista Caras: http://www.caras.com.br/imagens/183529/

Mas antes, a nota que saiu na revista Caras na edição de 1º de dezembro de 2010… (pode ser vista também por este link: http://twitpic.com/3bwovr )

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A proeza na comunicação infantil e com todos os públicos

Reproduzimos, com grande satisfação, matéria publicada na edição desta semana da Vejinha sobre a nossa querida amiga Tatiana Belinky, uma das precursoras da TV brasileira e uma das autoras mais lidas e premiadas da literatura infantil. Tivemos o privilégio e a felicidade de estar na festa de seus 90 anos, realizada pelo filho, Ricardo Gouveia, e pela nora, Fathia de Nordon, na noite de quarta-feira passada, 18 de março de 2009. Abaixo, a íntegra da matéria.

Menina nonagenária

Autora de dezenas de livros infantis, Tatiana Belinky completa 90 anos com a imaginação a mil e trabalhos em catorze editoras

 

Por Helena Galante

| 25.03.2009

 

Fernando Moraes
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Com a boneca Emília: a escritora adaptou para a televisão a obra de Monteiro Lobato

 

A bordo de um transatlântico, em 1929, a viagem da garotinha russa Tatiana Belinky para o Brasil pareceu uma brincadeira. Entusiasmada com a possibilidade de comer muitas bananas, a menina nascida na cidade de Petrogrado (hoje São Petersburgo) e criada em Riga, na Letônia, acompanhava sua família em busca de melhores oportunidades de emprego. Hoje, com 90 anos de idade completados na última quarta, Tatiana conta o passado como se fosse o enredo de um de seus mais de 120 livros e traduções. Autora de obras do universo infantil como Cinco Trovinhas para Duas Mãozinhas, Mentiras… e Mentiras e Limeriques do Bípede Apaixonado, ela adora anedotas – principalmente aquelas nas quais é a personagem principal.

Numa casa ampla e escura no Pa–caembu, a senhora de movimentos vagarosos e fala agitada passa a maior parte do dia em uma poltrona, ao lado da gata preta Nina. De lá, aponta para uma boneca Emília e recorda um de seus orgulhos. Na década de 50, adaptou para a televisão a obra de Monteiro Lobato. Foi a primeira versão do programa Sítio do Picapau Amarelo. “Fazia vários roteiros por dia, uma loucura”, conta. De tanto martelar na máquina de escrever, foi vítima de uma artrite nas mãos. Por isso, há anos escreve seus textos em cadernos de capa mole, que envia às editoras. “Uso a mão esquerda e a direita”, acrescenta. Além da habilidade de ambidestra, exibe um currículo de poliglota. Fala russo, alemão, letão, inglês e um português irretocável. Tatiana Belinky trabalha com catorze editoras e não se assusta ao ver mudanças – nem as ortográficas. “Podem fazer essa reforma bobo-ortográfica”, diverte-se. “Os tais tremas nunca me fizeram tremer.”

Imersa no mundo dos pequenos, Tatiana conquistou também os adultos. “Os livros dela são cúmplices”, afirma o cartunista e escritor Ziraldo. Foi ele quem lhe entregou o Prêmio Jabuti de melhor produção editorial infantil e/ou juvenil em 1991, por Di-Versos Russos. “Para os leitores, fica a impressão de que ela é uma criança.” Entre os fãs mirins, os mais espevitados ocupam lugar de destaque no cancioneiro de Tatiana. É o caso de um menino que, desconsolado por ter esquecido seu livro de autógrafos, ofereceu um papelzinho e disse: “Assina aqui, Tati, que eu copio depois”. Ela prontamente atendeu ao seu pedido, sem esboçar uma risada. “Não devemos rir das crianças”, explica. “Eu rio com elas.” Nem sempre, porém, as aproximações do público são delicadas. Quando perguntada por um garoto negro se era racista, não titubeou. “Você vê orelhas de burro na minha cabeça? Só é racista quem é burro”, respondeu.

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 Episódios marcantes: em 1991, ao receber de Ziraldo o Prêmio Jabuti; aos 18 anos, na formatura do curso de secretariado do Mackenzie; e com o marido e parceiro de trabalho, Júlio Gouveia

A capacidade de fugir de saias-justas vem da longa experiência com o público. Seu primeiro texto, uma adaptação de Peter Pan, do escocês J.M. Barrie, foi apresentado no Teatro Municipal em 1948. No elenco estavam Gilberta Autran (grande amiga de Tatiana e irmã do ator Paulo Autran, à época chamado apenas de Paulinho) e os críticos Clóvis Garcia e Alberto Guzik, entre outros. A direção ficou a cargo de Júlio Gouveia, seu marido, morto em 1989 aos 75 anos de idade. Ela gosta de contar como o conheceu – embaixo de uma mesa, num casamento, devorando uma travessa de ovos recheados. “O Júlio era bonitão”, lembra, com a mão sobre a aliança de casamento, que nunca tirou. “E um ótimo profissional.” Bisavó ativa, alfabetizou as crianças de sua família sem lições, apenas com joguinhos. Para incentivar o gosto pela leitura, não manda ninguém ler. “Livro não é castigo para mandar”, diz. “Se a criança quiser, eu deixo, é um prazer.” Um recente trabalho, a peça Tamanho Não É Documento, ilustrada por Flávio Fargas, é dedicado às crianças, “sempre importantes e maiores por dentro do que por fora”. Da mesma forma, a energia e a criatividade dessa escritora extrapolam seu corpo já frágil de 1,57 metro de altura. “A carcaça não é mais a mesma”, brinca. “Mas cuido de me manter ocupada, para não deixar o miolo enferrujar.”
 
 

 

Fonte: revista Veja São Paulo desta semana

O contra-jornalismo da revista Istoé

Estou pessimamente impressionado com a falta de condução jornalística da revista Istoé. Primeiramente, a capa da semana passada traz, nitidamente, uma informação parcial – o que é contra a regra do jornalismo ético e correto (a respeito da guerra na Faixa de Gaza). Depois, sabe-se que a repórter responsável pela matéria sequer esteve no local do conflito. Como pode ela, então, fazer uma matéria desta importância com tantos dados errados? Para completar a questão, a impressão que dá, nitidamente, é de que se trata de uma matéria comprada, já que na edição desta semana não há sequer uma missiva contra a matéria. Somente de apoio. Se Istoé praticasse realmente um jornalismo sério, certamente publicaria posições contrárias também. Trata-se de uma “barriga” de má intenção sem  igual!!!

Alberto M. Danon

Muito além da execução

Matéria interessante de como deve agir, na atual conjuntura, uma agência de comunicação empresarial. Nós, da ADCom Comunicação Empresarial, praticamos estas ações há muito tempo. Aliás, nossa inquietude em busca de novas soluções, intensa pró-atividade e desempenho visando o lucro do contratante já é uma característica apontada a nós pelos próprios clientes.

A fonte da matéria é a revista “Negócios da Comunicação” edição 30. Recomendo a leitura!

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