FELIZ DIA DO TRABALHO!

1o de maio: DIA DO TRABALHO e do TRABALHADOR! Trabalhador como VOCÊ, caro amigo, cara amiga, que supera todas as dificuldades inerentes ao nosso país e constrói riqueza trabalhando e sustentando suas famílias com honestidade e esforço próprio é orgulho para todo o nosso Brasil!. Queira D’us que os trabalhadores desempregados e menos favorecidos possam receber bênçãos divinas e, em breve, reconquistar seu trabalho. Que D’us ilumine e abençoe todos! Vamos em frente, com ética, honestidade, garra, foco, determinação e integridade. Forte abraço e beijocas estaladíssimas!!!

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Análise de reações corporais é útil em ambiente de trabalho

fonte: jornal Folha de S. Paulo

Linguagem não verbal pode mostrar desconforto ou satisfação do interlocutor em reuniões e entrevistas

Um mero erguer de sobrancelhas ou um enrugar dos lábios significam mais do que uma ação involuntária. Podem demonstrar se o interlocutor gosta ou não do que está ouvindo -informação útil em situações profissionais.
Mais da metade do impacto das mensagens vem dos sinais não verbais, afirma a especialista em comportamento social e comunicação Judi James no livro “Linguagem Corporal no Trabalho – Como Usar os Sinais Não-Verbais para Alavancar Sua Carreira”, da editora Best Seller (336 págs., R$ 34,90).
Parecer interessado na conversa e evitar gestos que indiquem desconforto, diz James, ajuda quem quer se projetar no trabalho, pois transmite segurança e atenção (veja quadros baseados no livro de James nesta e na próxima páginas).
Boa parte dos gestos é inconsciente -quem rói a unha de nervosismo ou tamborila os dedos porque quer terminar a conversa faz isso sem perceber.

Empatia
De forma sutil, a linguagem do corpo ajuda a perceber se o colega está distraído. E os outros também notam se o profissional está confiante ou se quer se esconder debaixo da mesa.
Esse tipo de conhecimento atrai quem precisa lidar com clientes e equipes internas, criando empatia com eles para que a conversa possa fluir.
Sérgio Ribeiro da Cruz, 32, gerente de relacionamento da Medical Systems (soluções em tecnologia da informação para a área de diagnósticos médicos), resolveu estudar técnicas para melhorar fala e expressão depois de perceber, durante uma apresentação, que havia pessoas desatentas.
Em um curso feito no Instituto Cláudio Ayabe, aprendeu, junto com técnicas para melhorar a fala, que era preciso olhar nos olhos dos espectadores, movimentar as mãos sem ser espalhafatoso e andar pelo palco, “[mas] sem parecer uma bolinha de pingue-pongue”.
Ele pratica a comunicação não verbal também com colegas e superiores. “Se falo algo que merece um sorriso como resposta, é um bom sinal.”
A empresária Marie Claire Bijoux, 32, que trabalha com produtos de inox para cozinha, foi atrás de dicas para melhorar a comunicação nos negócios e fez um curso na SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolínguística).
Além de reparar no tom de voz, atenta no movimento dos olhos, na postura e nos gestos do interlocutor, para se ajustar. “Abrir uma negociação [com o cliente] é o principal.”
Para que o profissional obtenha melhoras na sua linguagem corporal, Judi James sugere que a pessoa realize uma autoavaliação -desde o jeito do corpo até a expressão do rosto quando não está fazendo nada.
A partir dessas mensagens, sugere a autora, ele pode trabalhar a imagem que quer passar.

CORPO QUE FALA

Gestos devem condizer com o currículo e com a entrevista

Movimentos causam desconfiança quando não são embasados em conteúdo

A linguagem corporal é importante, mas não convencerá cliente, chefe ou entrevistador se for apenas um teatro sem conteúdo. É preciso ter conhecimento do tema abordado e do público espectador.
“O assunto [da reunião] tem de ser relevante para quem está ouvindo”, afirma o gerente de relacionamento Sérgio Ribeiro da Cruz, da Medical Systems.
Sem consciência do que se fala, a encenação é percebida, e a discordância entre gestos e discurso causa desconfiança.
“Numa entrevista [para emprego] de uma ou duas horas, o candidato que estiver atuando não conseguirá manter isso por muito tempo”, ressalta Margareth Mendes, gerente de recursos humanos do Grupo Linx, especializado em soluções tecnológicas para empresas de varejo e atacado.

Cautela
É importante que os gestos sejam condizentes com personalidade e experiência. “A chave é o autoconhecimento. Isso se traduz nos gestos”, diz Solange Iara de Souza Teixeira, da consultoria em RH Dimensão.
Numa entrevista de emprego, por exemplo, ter consciência de suas limitações, assim como de seu potencial, dá ao candidato a segurança para enfrentar o desafio. Isso transparece na linguagem corporal, analisa Teixeira.
Apesar dos manuais e glossários de linguagem corporal, é preciso cautela para não levar sinais não verbais sempre ao pé da letra. Eles podem virar armadilhas se não forem analisados junto com outros fatores.
Em uma entrevista para emprego, gerentes e consultores de recursos humanos levam a postura e o gestual em conta, mas como parte de uma avaliação mais geral.
“É preciso aliá-las à parte verbal, ao currículo e à entrevista”, alerta Teixeira.
A consultora acrescenta que o correto é falar em “possíveis interpretações de sinais”. Uma atitude que, às vezes, é entendida como indicação de mentira, como encolher os braços e as pernas, na tentativa de se retrair, pode significar apenas que o candidato é tímido.
“É impossível atribuir o mesmo significado de um gesto para muitas pessoas”, acrescenta Gilberto Cury, presidente da SBPNL.
Cruzar os braços, por exemplo, em geral é traduzido como um gesto defensivo ou de discórdia. Mas, aponta Cury, durante uma palestra, essa ação pode simplesmente ser parte do esforço que a pessoa faz para ouvir com mais atenção.

Leituras múltiplas
A escritora Judi James dá a essa atitude diversos significados. Enquanto cruzar os braços em um autoabraço pode significar insegurança, uma pessoa descontraída, mas atenta, pode fazê-lo de maneira uniforme, sem pressionar o corpo.
Cruzar as pernas e ficar balançando o pé geralmente é sinal de ansiedade. “[Mas, às vezes,] a pessoa tem muita energia e não consegue ficar uma ou duas horas só falando. Pode ser um tique, que ela faz mesmo quando está assistindo à TV”, pondera Margareth Mendes, do Grupo Linx.

Bom e moderno uso da comunicação: twitter é meio de busca por emprego e de “networking”

Fonte: jornal Folha de S. Paulo deste domingo, 19 de abril…

Profissionais de comunicação usam microblogs para avisar sobre vagas

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Blogs e redes sociais -como o site de relacionamentos LinkedIn- já há algum tempo são encarados por profissionais de diversas áreas como meios para dividir experiências, fazer “networking”, buscar referências e até encontrar emprego.
Agora, a bola da vez é o Twitter, site de microblogs que ganha atenção no Brasil e entrou para o rol de instrumentos de comunicação utilizados para fins profissionais.
A ferramenta é usada principalmente entre os atuantes em comunicação e tecnologia da informação. Uma olhada nos buscadores de “tweets” (posts do Twitter) mostra avisos de oportunidades para designers, programadores e publicitários.
A eficácia da rede foi testada pelo analista de mídia social Adriano Trotta, 29. Ao saber que seria despedido, lembrou-se de ter visto um anúncio de vaga em um Twitter que costumava seguir.
Procurou o “twitteiro” (autor dos microposts), um diretor de empresa de comunicação, mandou currículo, passou por entrevistas e foi contratado.
“Nem cheguei a me cadastrar em sites de emprego. Vi [o Twitter] como um canal, uma facilidade de comunicação.”

“Networking”
O publicitário Guilherme Cury, 21, divulga vagas de que fica sabendo em seu Twitter, que conta com quase 800 seguidores. Também faz do microblog uma ferramenta de “networking”, falando sobre suas atividades profissionais e temas de interesse.
Ele diz prestar atenção na imagem que construiu. “”É preciso se preocupar com o que se fala”, diz Cury, que também já conseguiu trabalhos pelo Twitter, além de ajudar outras pessoas a conquistá-los.
O Twitter também virou opção para quem tem dificuldade em encontrar um funcionário pelos meios tradicionais.
Depois de colocar cartazes em faculdades e consultar conhecidos, sem sucesso, Gabriela Bianco, gerente de relacionamento da agência Dudinka Social Media, anunciou uma vaga para estagiário no microblog.
Como tinha muitos seguidores (hoje são cerca de 900), a oferta se espalhou. “O Twitter amplifica a mensagem. E tem o “retweet” [quando outros “twitteiros” repassam a mensagem de alguém]”, observa.
Ao receber uma indicação, Bianco verificou o Twitter da candidata. “A função envolvia escrita”, diz. Antes de contratar, seguiu o processo tradicional: a entrevista em pessoa.